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As decisões sobre a reforma política

28/05/2015 às 22h32

A Câmara Federal começou a votar pontos da propalada reforma política, em meio a esse momento de crise e de profundo desgaste do Governo e do próprio Congresso. E os resultados das primeiras votações expõem cada vez mais essa dura realidade, gerando um sentimento de muito pessimismo em relação aos avanços que segmentos da sociedade tanto reclamam para o aperfeiçoamento do sistema democrático.

As decisões sobre alguns pontos polêmicos, a exemplo do modelo de eleição proporcional e do financiamento de campanha, mostraram, claramente, a falta de unidade e de entendimento para se avançar na proposta de reforma. São muitos interesses em jogo de siglas, grupos e tendências, buscando seus espaços de olho nas eleições.

Preterida há muito tempo, a proposta parecia ganhar o ambiente favorável para sua aprovação com inovações mais profundas do ponto de vista eleitoral. Mas, diante do ocorrido até aqui, pouco deverá acontecer de significante para pelo menos se acreditar em mudanças, verdadeiramente, sintonizadas com as aspirações populares.

A decisão em 1º turno pelo fim do processo de reeleição para o Executivo foi, inegavelmente, a de maior repercussão até agora, pois refletirá em outros pontos a serem votados e que são mais ou menos consensuais, a exemplo do tempo de mandato para presidente, governador e prefeito, cuja ideia em discussão é de cinco anos, além da proposta de coincidência da data das eleições em todos os níveis.

Os próximos passos estão sendo aguardados com muita expectativa, mas os analistas que acompanham o dia a dia do legislativo acreditam que o país deverá continuar com regras eleitorais que não atendem ao desejo da sociedade. Para muitos, o grande nó da questão continua sendo o modelo de financiamento das campanhas, que deixa muitas brechas para condutas consideradas nocivas ao processo.

A verdade é que a reforma começa a sair do papel com todos os atropelos já esperados e sem a participação efetiva dos setores organizados da sociedade interessados no debate. Nas cidades, onde o clima já é de sucessão municipal, a expectativa é grande, pois muita coisa depende das decisões de Brasília. 

Lançamento
O jornalista Gilson Souto Maior lança, neste sábado (30), em Cajazeiras, o livro “Rádio – História e Radiojornalismo”. O trabalho, segundo ele, é um resgate da história da radiofonia paraibana. Certamente, teremos muitas coisas interessantes sobre momentos marcantes desse tradicional e importante meio de comunicação em Cajazeiras.

Reconhecimento
O professor Eugênio Rolim Alencar, presidente do Conselho Municipal de Educação, teve uma Moção de Aplauso aprovada na Câmara Municipal de Cajazeiras, em reconhecimento ao trabalho desenvolvido na elaboração do Plano Municipal de Educação para os próximos dez anos. O autor da Moção foi o vereador Alysson Américo. 

José Anchieta

José Anchieta

Redator do Jornal Gazeta do Alto Piranhas, Radialista, Professor formado em Letras pela UFPB.

Contato: janchietacl@hotmail.com

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EM CONTINÊNCIA AO SENHOR JESUS

Programa Em Continência ao Senhor Jesus com a participação do Sargento Souza e Marcos Alan

José Anchieta

José Anchieta

Redator do Jornal Gazeta do Alto Piranhas, Radialista, Professor formado em Letras pela UFPB.

Contato: janchietacl@hotmail.com