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Eleições, indefinições e inquietações

20/07/2015 às 18h50

Por José Ancheita

As recentes decisões do Congresso sobre mudanças no atual modelo eleitoral têm causado um quadro de muitas indefinições e inquietações no âmbito dos partidos políticos e das lideranças que desejam postular cargos eletivos em 2016. É que tudo depende da reforma política em discussão e com alguns pontos já aprovados em primeira votação, mas que ainda podem sofrer alterações.

Esta semana, por exemplo, a questão das coligações partidárias na eleição proporcional voltou à pauta. Um projeto de lei que estabelece novas regras para a contagem dos votos nesse regime de aliança foi aprovado pelo Plenário do Senado. De acordo com o texto, os partidos podem se coligar, mas os votos de um candidato que excedam o quociente eleitoral só poderão ser usados para outro postulante da mesma legenda.

Essa decisão criou um novo cenário de incertezas, principalmente porque o Senado já havia aprovado o fim das coligações na proporcional, que não alcançou os votos suficientes na Câmara dos Deputados, sendo, portanto, arquivada. Agora, o novo texto segue para a Câmara. Há informações de que deverá ser aprovado também na Câmara até setembro, a tempo de vigorar para as eleições de 2016.

Esse é, inegavelmente, só um exemplo claro de como as coisas caminham no Congresso, gerando muitas incertezas nos meios políticos, principalmente nos municípios, onde já há toda uma movimentação em torno das próximas eleições. Como definir rumos, agora, diante dessa situação? Quem garante que esse e outros pontos da reforma serão aprovados em tempo? 

A preocupação maior está entre os pré-candidatos, que têm prazo definido para filiação partidária. Eles precisam conhecer as regras do jogo até setembro para definirem rumos, visando garantir legenda e condições partidárias de disputa.

A verdade é que há uma descrença muito grande em relação à reforma política. Ninguém acredita mais em mudanças profundas na legislação, principalmente no sentido de coibir determinadas práticas abusivas e que depõem contra a normalidade democrática. Mas, pelo que se tem conhecimento, algumas regras estão sendo votadas e deverão valer para 2016, o que tem gerado todo esse clima de inquietação.

Sem controle
Cresce a cada dia em Cajazeiras, o número de pessoas se queixando das doenças transmitidas pelo aedes aegypti. Cajazeiras, inclusive, está entre as cidades com sinais de epidemia de dengue, de acordo com boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde. Pelo que se informa, há um índice alto de infestação predial do mosquito, e não se tem conhecimento de nenhum plano emergencial para avaliar essa situação e determinar ações rápidas e eficazes. Lamentável.

Agradecendo apoio
O deputado José Aldemir agradeceu, em entrevista, ao senador Cássio Cunha Lima pela declaração de apoio ao seu nome, numa possível disputa pela Prefeitura de Cajazeiras, mas voltou a afirmar que só discute o assunto em 2016. Ele disse que se sentia muito lisonjeado com o gesto considerado espontâneo do senador.

José Anchieta

José Anchieta

Redator do Jornal Gazeta do Alto Piranhas, Radialista, Professor formado em Letras pela UFPB.

Contato: janchietacl@hotmail.com

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José Anchieta

José Anchieta

Redator do Jornal Gazeta do Alto Piranhas, Radialista, Professor formado em Letras pela UFPB.

Contato: janchietacl@hotmail.com