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Não da para suportar mais a corrupção e conviver com a impunidade

10/08/2015 às 19h36

Existe no ar uma sensação que o Brasil poderá ser um país onde a corrupção e a impunidade podem ser diminuídas. Tudo depende de nós, na hora de votar e tentar colocar no poder pessoas que não pensem em fazer política querendo enriquecer. Acredito que as pessoas que se assim pensarem para ingressar na vida pública, as oportunidades de praticar corrupção estão diminuindo e acho que elas vão ser punidas, se assim procederem.

A justiça, demasiadamente lenta, ultimamente vem dando mostras que um dia, os que se locupletaram do dinheiro do povo, seriam alcançados e o exemplo mais palatável é o que vem sendo executado pela Operação Lava Jato, debaixo da caneta do juiz Federal Sérgio Moro.

Uma pessoa correta tem amplo conhecimento que fazer política significa se privar de convívio familiar, saber que será alvo de incompreensões, sacrifícios e injustiças e abrir mão de enriquecer e se não tiver este conceito de honestidade e não for muito claro para ela, é melhor não participar da vida pública. Felizmente os tempos de impunidade estão sendo superados. 

Numa entrevista prestada à Revista Época, o ministro Luis Roberto Barroso, com menos de dois anos no Supremo, reconhecido como um dos maiores constitucionalistas do Brasil declarou que o Brasil: “está vivendo uma crise de amadurecimento. Decorre de uma cidadania que se tornou mais consciente, mais exigente e, de certa forma, mais participativa. E isso é bom. O problema é que as instituições e os serviços públicos ainda não conseguiram se ajustar adequadamente a essas novas demandas. Mas nós avançamos. Para perceber isso, é preciso enxergar o Brasil em três planos distintos: um plano político, plano econômico e um plano institucional. 

No plano político temos vivido as turbulências de uma eleição que dividiu o país de uma maneira muito relevante – não apenas dividiu, mas o polarizou. As pessoas saíram ressentidas das eleições: um lado sentindo o outro. Existe a turbulência econômica, reconhecida por todos. Porém, do ponto de vista institucional, o país vai muito bem. Nós temos a democracia e nós temos respeito às regras do jogo. Ou seja, amadurecemos institucionalmente”.

Acho que o Brasil, depois do mensalão e da lavo a jato, está se passando a limpo, principalmente quando o alcance destas duas operações não atingiu apenas os agentes públicos, mas, e principalmente, os dirigentes das empresas privadas, que na lava jato foram enquadrados e presos o supra-sumo e o que havia de mais rico e poderoso no setor das empreiteiras. A ética que todos nós almejamos deve prevalecer tanto na coisa pública quanto na privada.  A mudança ética no Brasil tem de ser pública e privada.

A verdade é que estas duas operações resultaram em penas relevantes de prisão para dezenas de pessoas, entre políticos importantes e empresários grandiosos. 

Portanto, só isso já foi uma mudança de patamar no país e o que nos faz começar a acreditar que o sonho começa a se tornar realidade.
Tenho lido nas redes sociais várias reclamações que muitas destas pessoas passaram pouco tempo na cadeia, mas aí já será outro patamar que sonhamos um dia alcançar: a mudança das leis que para estes casos, para alguns ainda é muito branda. Mas saímos do ceticismo, de jamais acreditar em punição para um dia ver os mais altos empresários do país atrás das grades. Tem gente acreditando que o petrolão não vai dar em nada, vamos aguardar, mas pelo menos já tem gente presa e estamos ansiosos para ver o que Supremo vai decidir sobre os políticos que deverão ser denunciados pela justiça federal. Aí já é outra história, que vai ser decidida pelo Supremo Federal.

Agradecimento
Queremos agradecer a prefeita de Cajazeiras, Denise Albuquerque, pela oportunidade oferecida ao meu filho, Francisco Arcanjo de Albuquerque Neto, em participar de sua equipe de governo, desde o inicio de sua gestão até o último dia 30 de julho, como titular da secretária de desenvolvimento rural e meio ambiente e que agora se volta exclusivamente para atividades no comércio, seguindo os passos de seu avô. Os desafios foram muitos, principalmente numa pasta totalmente voltada para a zona rural, que vive nos dois últimos anos uma das maiores secas de todos os tempos e muitos dos projetos que poderiam ser desenvolvidos, dependiam exclusivamente de água, mas mesmo diante desta escassez, outras atividades foram desenvolvidas para melhorar a qualidade de vida do homem do campo. Continuamos acreditando na capacidade, na sabedoria na inteligência de nossa prefeita e que sua atual gestão prosseguirá dando resultados positivos em beneficio da sociedade cajazeirense. O futuro nos aguarda para outras vitórias. Muitíssimo obrigado.  

José Antonio

José Antonio

Professor Universitário, Diretor Presidente do Sistema Alto Piranhas de Comunicação e Presidente da Associação Comercial de Cajazeiras.

Contato: altopiranhas@uol.com.br

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José Antonio

José Antonio

Professor Universitário, Diretor Presidente do Sistema Alto Piranhas de Comunicação e Presidente da Associação Comercial de Cajazeiras.

Contato: altopiranhas@uol.com.br