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José Anchieta

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O risco de colapso no abastecimento d’água

09/10/2015 às 20h15

Por José Anchieta

A cidade de Cajazeiras entra numa fase de agravamento da crise hídrica, com risco iminente de interrupção no abastecimento, caso não haja recarga em Engenheiro Avidos, nos primeiros meses de 2016. O volume do nosso reservatório diminui muito a cada dia, principalmente neste momento de elevação da temperatura.

As novas medidas de racionamento anunciadas pela Cagepa vão, certamente, aumentar o drama da população das áreas mais altas, que já sofrem muito com a falta da água. Pelo novo sistema de racionamento, haverá uma diminuição na captação de 153 para 120 litros por segundo, além da suspensão total do abastecimento por 26 horas, nos finais de semana. Isso, segundo os próprios técnicos da empresa, vai exigir manobras para a água chegar aos pontos mais altos da cidade.

A verdade é que os cajazeirenses, principalmente os que moram nos bairros mais distantes do centro, já reclamam muito da falta de água. E o que preocupa mais é a possibilidade de um colapso no abastecimento, um quadro já previsto pelos técnicos.

Na zona rural, a situação é mais grave ainda, conforme relato apresentado recentemente pelos próprios líderes comunitários, em recente encontro realizado na Câmara Municipal. Várias comunidades rurais, inclusive, não têm água nem para o consumo humano, e estão sendo abastecidas por carros-pipa, há algum tempo.

Pois bem, e o pior de tudo isso são as primeiras previsões meteorológicas que surgem de estudiosos no assunto, nada animadoras em relação ao próximo inverno. O nosso Sertão seco e esquecido suporta mais um ano seguido de estiagem?

Diante desse cenário de inquietação, segmentos da sociedade manifestam inquietação com a ausência de ações governamentais para minimizar o problema. Quais são as ações emergenciais para o enfrentamento a um possível colapso no abastecimento? Essa é uma pergunta que é feita por todos e que não encontra resposta.

Cruzando os braços

Motoristas de ônibus escolares de Cajazeiras decidiram paralisar suas atividades, nessa quinta-feira (08), alegando atraso de pagamento. Com a greve dos motoristas, milhares de alunos da rede municipal de ensino ficaram sem aula, o que é lamentável. A Secretaria Municipal da Fazenda Pública alegou falta de recursos para efetuar o pagamento. Outros representantes da gestão consideraram precipitada a greve.

Cruzando os braços II

O deputado José Aldemir Meireles lamentou a situação dos alunos da rede municipal de Cajazeiras, se solidarizou com os motoristas em greve e chamou a gestão de insensível por não priorizar o pagamento de uma categoria tão importante para o município.

José Anchieta

José Anchieta

Contato: janchietacl@hotmail.com

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Contato: janchietacl@hotmail.com