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Reudesman Lopes

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Sigilo e pouco efeito

11/05/2018 às 13h42

(Foto: Reprodução / TV Cabo Branco)

A decisão do Campeonato Paraibano, entre Botafogo e Campinense, no Almeidão, no dia 8 de abril, foi o último ato do espetáculo futebolístico do principal campeonato da Paraíba. Tão logo chegou o dia seguinte, a competição deste ano foi posta em xeque. Nas primeiras horas da segunda feira, pós-final do paraibano, foi deflagrada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público a Operação Cartola, que há cerca de seis meses já investigava um suposto esquema de manipulação de resultados no campeonato estadual. Quarta feira, 09, fez um mês da divulgação da investigação e, até agora, pouco foi revelado sobre os resultados das apurações.

O principal motivo é que a investigação seguia em total sigilo até terça feira 08, quando a juíza Andréa Galdino, da 4ª Vara Criminal de João Pessoa, autorizou a retirada do sigilo das escutas telefônicas juntadas ao inquérito policial para os investigadores e partes interessadas.

A polícia, entretanto, segue sem tornar público o conteúdo que foi realmente descoberto até agora. O Ministério Público e a Polícia Civil apuram supostos crimes cometidos por uma possível organização criminosa composta por membros da Federação Paraibana de Futebol FPF, da Comissão Estadual de Arbitragem da Paraíba CEAF, do Tribunal de Justiça Desportiva de Futebol da Paraíba TJDF e por dirigentes de clubes profissional da Paraíba. De acordo com o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado do Ministério Público, já foram identificados dois núcleos desta suposta organização criminosa com aproximadamente 80 integrantes.

O primeiro núcleo seria formado por membros da Federação Paraibana de Futebol, da Comissão de Arbitragem da Federação Paraibana de Futebol e por dirigentes de clubes do futebol profissional. O segundo seria formado por funcionários da Federação Paraibana de Futebol e de clubes, além de pessoas ligadas a Comissão de Arbitragem da Federação Paraibana de Futebol. Até agora, a Operação Cartola teve apenas um grande efeito prático no futebol paraibano. Após a divulgação das denúncias e da investigação, as atenções para o presidente da Comissão de Arbitragem do Futebol da Paraíba José Renato. Não restou nenhuma alternativa ao presidente da Federação Paraibana de Futebol, Amadeu Rodrigues e assim ele destituiu José Renato. A Paraíba, mais especificamente o mundo do futebol, espera a elucidação dos fatos e que aconteça a limpeza se assim for necessária.

Nosso pesar

Entristecidos e com imenso pesar, estamos levando os nossos sentimentos de pesar a família do nobre amigo João Batista, as filhas Janaina, Micheline e Natália e ao filho Jeferson, pelo falecimento da esposa e mãe Elzenira Braga. Nirinha como a tratávamos, foi em vida uma mulher espetacular e tornou-se uma das nossas amigas. Sou-lhe eternamente pelo grato pela forma graciosa que sempre nos recebia para uma conversa em sua residência. Deixa-nos um legado de simplicidade, bondade e caridade. Um exemplo de vida para a família e para todos nós que tivemos a honra de dizermos seus amigos. Saudades amiga Nirinha.

Recuperado

Uma das maiores preocupações dos amantes da prática esportiva no Ginásio Irmã Nirvanda nas Casas Populares acaba de ser resolvida pela Secretaria de Infra Estrutura a pedido do secretário de esportes, Ninha. Falamos da recuperação do sistema de iluminação desta praça de esportes e que com estas melhorias, as competições estão voltando a acontecer de uma maneira geral. Aqui está acontecendo neste momento o campeonato de futsal de base até 15 anos tanto no masculino como no feminino e isso serve para demonstrar que uma competição deste nível deverá massificar a prática do salonismo e aumentar a revelação de novos valores para os times do futsal da cidade e da região.

BOLA DENTRO

Para o projeto Ginástica na Praça que se realiza no Açude Grande de Cajazeiras. Bem coordenado pelo professor Carlos de Creuza e com apoio de Ninha, está ação cada vez mais se afirma como prática para a comunidade. NOTA 10!

BOLA FORA

Para os acontecimentos lá no Presidente Vargas em Campinas que mais uma vez entristece o futebol paraibano. Muitas bombas foram lançadas e necessário se faz que essa selvageria seja investigada. NOTA 0!

Reudesman Lopes

Reudesman Lopes

Professor da UFCG de Educação Física, Comentarista Esportivo da Rádio Alto Piranhas e Colunista Esportivo do Jornal Gazeta do Alto Piranhas

Contato: reudesman@bol.com.br

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Reudesman Lopes

Reudesman Lopes

Professor da UFCG de Educação Física, Comentarista Esportivo da Rádio Alto Piranhas e Colunista Esportivo do Jornal Gazeta do Alto Piranhas

Contato: reudesman@bol.com.br