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José Antonio

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Viajando para o futuro com as janelas abertas para Cajazeiras

14/01/2016 às 20h27

Por José Antônio

Quando vi pela primeira vez o filme 2001 Uma Odisséia no Espaço, no cine São Luiz, na cidade do Recife, fiquei durante vários dias com as cenas indo e voltando na minha mente. O filme é absolutamente fascinante, é uma sinfonia linda demais. O que vemos e ouvimos envolvem todos os nossos sentimentos. No final ficamos com a sensação de que um dia aquilo que era uma ficção poderia acontecer no futuro e todas elas estão logo ali, na esquina, prestes a acontecerem e quase exatamente como  Stanley Kubrick e Arthur C. Clarke colocaram nas telas. 

Não tenho idéia quantas vezes o assisti para ver e ouvir o espaço silencioso, com seqüências longas e lentas exatamente como deve ser na realidade. Há um tom documental evidente em 2001 que é absolutamente fascinante.

Recentemente o vi de novo e depois fiquei pensando sobre o futuro de minha cidade, de como ela será daqui a 48 anos, tempo igual ao que assisti pela primeira vez ao filme 2001, Uma Odisséia no Espaço. Criei na imaginação muitas imagens, tão belas como as que vi no filme.

Imagino um sistema viário aonde a prioridade de circulação seja a pé ou de bicicleta e quando for necessário o transporte que seja público e eficiente.

Que as nossas avenidas e calçadas possam ser trafegadas por pessoas e veículos, sem jamais cair num buraco, por cima de lombadas e tropeçar nos desníveis e rampas. 

Que a cidade possa ter a sua própria energia gerada pelos ventos, pelo sol e por parte do lixo que será queimado para produção de energia geotérmica.

Que as águas possam ser reusadas e que se destinem a irrigação de grandes parques florestais, dos jardins urbanos e das árvores plantadas nos leitos das avenidas.

Que cada cidadão possa se sentir seguro em sua residência e ao trafegar pelas ruas, com a instalação de gigantescas câmeras para monitorar a cidade e ampliar a segurança, possa ficar sem temor.

Que a zona rural possa ter a capacidade de suprir todos os alimentos consumidos na cidade sem uso de defensivos agrícolas.   

Que o sistema de saúde pública seja capaz de ser mais eficiente do que o privado e que jamais seja preciso uma ambulância com destino a outros centros transportando doentes na tentativa de salvá-los.

Que não exista um único analfabeto na cidade e que o sistema educacional seja capaz de formar cidadãos para servir com dignidade ao nosso país.

Que as creches povoem os bairros da cidade e em especial a zona rural.

Que a mortalidade infantil, tuberculose, hanseníase, dengue, doença de chagas existam apenas na literatura médica e nos livros de história.

Que o desemprego, as drogas e a violência atinjam índices tão pequenos jamais vistos nas estatísticas oficiais.

Quando a seca chegar não seja sequer sentida pela população, tamanha seja a nossa capacidade de com ela conviver.

Pelas janelas que contemplamos o futuro de Cajazeiras, seja-nos permitido vislumbrar um tempo de paz, bem estar e prosperidade.

José Aldemir Meireles
José Aldemir foi meu contemporâneo de bancos escolares em Cajazeiras. Nascemos em 1946, ele em 13 de janeiro e eu no dia 13 de junho. Um amigo fraternal de longas datas, que a política partidária não nos fez se distanciar um do outro, mesmo em algumas ocasiões caminharmos em sentidos contrários. Quero desejar ao também setentão muitas felicidades, paz e saúde e que continue com esta disposição de ser um grande defensor de nossa querida Cajazeiras.  

José Antonio

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Contato: altopiranhas@uol.com.br

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Contato: altopiranhas@uol.com.br