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Ruas da cidade de João Pessoa ficam completamente alagadas após chuvas. Vídeo!

As ruas estão completamente alagadas, dificultando o trânsito na região.

Por Luzia de Sousa

18/02/2016 às 14h25 • atualizado em 18/02/2016 às 14h41

Dizem que quando chove em João Pessoa, o cotidiano só faz piorar. Com direito a raios e trovões, mal começou a chover na Capital e pontos de alagamento intenso já começam a se formar. Ao menos esse é o caso do cruzamento das Avenidas Ruy Carneiro e Almirante Tamandaré, no bairro de Manaíra. As ruas estão completamente alagadas, dificultando o trânsito na região.

A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) divulgou na manhã desta quinta-feira (18) um aviso meteorológico alertando para a ocorrência de chuvas com intensidades moderada e forte no litoral paraibano nas próximas 48 horas. As precipitações também devem atingir a faixa leste dos estados do Rio Grande do Norte e Pernambuco.

De acordo com a meteorologista Marle Bandeira, as defesas civis do Estado e das prefeituras do Litoral foram comunicadas e devem ficar atentas, principalmente com relação às áreas consideradas de risco. “Este estado de atenção é valido para as próximas 48 horas. O impacto do sistema meteorológico dependerá, principalmente, do grau de vulnerabilidade da área atingida”, alertou.

As chuvas estão sendo provocadas pela presença de zonas de instabilidade próximas ao litoral nordestino. “Além disto, temos o transporte de aglomerados de nuvens oriundos do oceano Atlântico. São nuvens bem extensas que podem trazer precipitações também para a Zona da Mata e até algumas áreas localizadas no Brejo. A chuva deve vir acompanhada de relâmpagos e trovões”, acrescentou Marle.

Monitoramento – As variações climáticas são acompanhadas diariamente pelos técnicos da Aesa. Na Sala de Situação, os meteorologistas realizam um trabalho preventivo para auxiliar em casos de eventos extremos como secas e enchentes. Na iminência de um desastre natural, a Aesa aciona Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e demais órgãos da administração estadual.

Plataformas de coleta de dados espalhadas pelo Estado enviam (via satélite) informações como quantidade de chuva, pressão barométrica e nível da água. Para construir o espaço de observação climatológica, o Governo do Estado e a Agência Nacional das Águas (Ana) investiram mais de R$ 2 milhões. Ele funciona no campus da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), no bairro Bodocongó.

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