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Prefeita presa na Andaime diz ser vítima da imprensa: “Já me condenaram” ASSISTA!

Ela também acusou a Câmara de Vereadores de não trabalhar a favor do povo e disse que prisão foi "pressão política"

Por Luzia de Sousa

11/03/2016 às 17h22 • atualizado em 12/03/2016 às 14h35

A prefeita afastada da cidade de Monte Horebe, Cláudia Aparecida Dias (PSB) falou pela primeira vez após sua prisão na Operação Andaime. A entrevista foi prestada nesta sexta-feira ao programa de Josival Pereira.

Após 20 dias recolhida ao 5º Batalhão de Bombeiros Militar com sede em Sousa, ela foi liberada nessa terça-feira (8), Após decisão do Superior Tribunal de Justiça, através do Ministro Reynaldo Soares da Fonseca, que suspendeu a prisão.

Cláudia Dia disse que se sentiu condenada pela imprensa

Ela disse que se sentiu condenada pela imprensa

Ela iniciou explicando os motivos do seu afastamento da prefeitura por duas vezes (2014 e 2015) antes da prisão e disse ter sido motivado por problemas ocorridos em 2006, quando assumia o cargo de secretária de administração.

Emocionada ao falar da prisão, Cláudia Dias revelou que “dilacerou toda família”, mas assegurou que há fatos a serem explicados ainda. A socialista disse sentir julgada e condenada por um pequeno grupo de pessoas que se utilizam um meio de comunicação antes da Justiça.

A prefeita afastada acusou “meios de comunicação”, que segundo ela foram criados com o objetivo de “destruir a vida das pessoas”, assegurando que não buscam saber os fatos e partem para a condenação de inocentes.

Marido
Sobre a prisão do marido, Fábio Barreto, ela disse que o casal está sendo acusado de fatos que nem eles estão entendendo.

Cláudia Dias não quis falar da sua defesa, mas avisou que a verdade dos fatos aparecerão na hora certa.

Câmara
Ela também acusou a Câmara de Vereadores de não trabalhar a favor do povo e declarou que “há crise entre o Legislativo e o executivo”.

Cargo
Segundo Cláudia Dias, sua prisão não passou de “pressão política de um pequeno grupo liderado por uma pessoa de 23 anos de perseguição no município ao gestor que ocupa a cadeira de prefeito, mas ele também é ficha suja”.

A prefeita afastada declarou que pretende retornar ao cargo e concluir a sua gestão para mostrar “que Monte Horebe pode libertar dessa politicagem, pois a cidade não é uma hierarquia familiar”.

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