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Polícia esclarece investigações sobre o assassinato e apresenta suspeitos

Depois de ouvir os outros dois presos e de aplicar as técnicas da investigação criminal, este último homem detido não teve envolvimento com o assassinato de Vivianny e vamos pedir pela revogação da prisão dele”, afirmou Nóbrega.

Por C. Campelo

26/11/2016 às 09h22

Em depoimento, os três suspeitos confessaram que a vendedora foi morta porque gritava para ir para casa

A Polícia Civil da Paraíba, por meio de um complexo trabalho investigativo realizado pela Delegacia de Crimes contra a Pessoa (Homicídios) da Capital, com apoio do Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC), esclareceu nesta sexta-feira (25), durante uma entrevista coletiva, como ocorreu o homicídio que teve como vítima a vendedora Vivianny Crisley.

De acordo com o delegado da Homicídios, Reinaldo Nóbrega, a vendedora foi morta após receber vários golpes de chaves de fenda na cabeça, quando ela ainda estava dentro do carro com os três suspeitos que já foram presos.

“Eles contaram que chamaram Vivianny para terminar a noite em outro bar, então entraram todos no carro para procurar esse local. Mas não encontraram. Como Vivianny já estava pedindo para ir embora, os suspeitos se irritaram e pararam em uma casa em Bayeux. Dois deles entraram na casa e Vivianny ficou no carro em companhia do terceiro. Na volta para o carro,os outros dois atacaram a vítima com as chaves de fenda, tiraram a gasolina de uma motocicleta que estava na frente da residência e foram até um matagal para queimar o corpo de Vivianny. Lá eles utilizaram um pneu de uma bicicleta para acelerar a combustão”, disse a autoridade policial.

Ainda segundo o delegado Reinaldo Nóbrega, como foi o primeiro a ser preso, de certa forma, um dos jovens relatou uma história fantasiosa que levou a Polícia a pedir a prisão temporária de um quarto homem “Depois de ouvir os outros dois presos e de aplicar as técnicas da investigação criminal, este último homem detido não teve envolvimento com o assassinato de Vivianny e vamos pedir pela revogação da prisão dele”, afirmou Nóbrega.

Em depoimento, os três suspeitos confessaram que a vendedora foi morta porque gritava para ir para casa. Eles disseram que conheceram Vivianny naquele dia, durante a festa na casa de show, na zona Sul da Capital. No dia seguinte, ele teria voltado ao local para incendiar o carro em que Vivianny foi morta.

O Instituto de Polícia Científica (IPC), por meio do gerente operacional dos núcleos de Medicina Legal da Paraíba, o médio legista Flávio Fabres, informou que os exames realizados nos restos mortais de Vivianny  mostraram que o corpo não foi esquartejado, que o fogo teria destruído a parte do tórax da vítima e que o avançado estado de decomposição dificultou o trabalho da perícia. “Por conta de uma séria de fatores, o laudo da perícia que sairá não vai apontar a causa da morte definida”, frisou.

O inquérito será concluído na próxima semana e os três presos vão responder pelos crimes de sequestro, homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.  As prisões temporárias serão requisitadas para serem transformadas em preventivas. O trio segue preso na Central de Polícia em João Pessoa.

Secom

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