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“Mãe de todas as bombas” mata 94 do Estado Islâmico no Afeganistão

O grupo terrorista negou, através de um site de propaganda usado pelo grupo, que seus integrantes tenham morrido ou se ferido no ataque.

Por Priscila Belmont

15/04/2017 às 10h39

A “mãe de todas as bombas”, armamento não nuclear mais potente dos Estados Unidos.

A “mãe de todas as bombas”, armamento não nuclear mais potente dos Estados Unidos, lançada na quinta-feira (13/4) no leste do Afeganistão, destruiu um reduto do grupo extremista Estado Islâmico (EI) em uma área montanhosa e matou pelo menos 94 de seus combatentes, informou neste sábado (15) um oficial afegão, que descartou vítimas civis.

A bomba aérea de artilharia maciça (MOAB, na sigla em inglês) GBU-43/B, atingiu uma rede de túneis e cavernas utilizada pelo EI no distrito de Achin. Esta é a primeira vez que esta bomba de 9,8 toneladas, de força explosiva comparável a 11 toneladas de TNT, foi usada em combate.

“Com base nas informações iniciais que temos até agora, 92 membros do EI, em sua maioria estrangeiros e líderes, morreram”, informou Attaullah Khogyanai, porta-voz do governador da província. Antes, o chefe do contingente americano no Afeganistão, general John Nicholson, informou em entrevista coletiva que já tinham sido contabilizadas 36 mortes em decorrência do ataque e não houvia baixas entre civis.

De acordo com um porta-voz das forças especiais afegãs em Nangarhar, havia apenas uma família no vale Mamand Dara, alvo da bomba. “Ontem recebemos a ordem para que os transferíssemos a família a vários quilômetros de distância (…) eles estão em segurança”, indicou o oficial Ahmad Jawed Salim.

Avanço

Em razão dos túneis e trincheiras, “era quase impossível avançar na área”, explicou, informando que dois dias antes as tropas terrestres afegãs, alvo de uma emboscada, sofreram perdas. “Agora nossas forças podem avançar no vale, e por enquanto não encontramos resistência”, afirmou.

O porta-voz do Ministério da Defesa afegão, Dawlat Waziri, disse que as autoridades afegãs darão amanhã novos números sobre o resultado da operação e não confirmou os dados divulgados pelas autoridades de Nangarhar.

Por sua vez, o Estado Islâmico negou neste sábado, através de um site de propaganda usado pelo grupo, que seus integrantes tenham morrido ou se ferido no ataque.

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