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Polícia Civil prende assaltante mais procurado do estado suspeito de comandar as explosão de bancos

O superintendente da Polícia Federal, Bruno Rodrigues, elogiou o trabalho intenso da DRF, visando tirar de circulação esse e outros criminosos

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14/11/2015 às 17h50

Na coletiva de imprensa, o Delegado contou detalhes sobre a prisão (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil da Paraíba, em um trabalho integrado entre a Delegacia de Roubos e Furtos – DRF e a Superintendência da Polícia Federal em Campina Grande, denominado Operação Sombra, prendeu Carlos Magno Claudino Tenório, 38 anos, considerado um dos principais assaltantes e suspeitos de explosão de bancos na região Nordeste.

De acordo com o delegado titular da Delegacia de Roubos e Furtos, Danilo Orengo, Carlos Magno, liderava uma quadrilha de explosões a bancos e era considerado o arquiteto em ataques a instituições financeiras nos estados de Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba. Inclusive, Carlos foi um dos que fugiu durante perseguição policial, após um assalto ao Banco do Brasil da cidade de Esperança, em 2008. Orengo falou que o lucro da quadrilha é milionário com os ataques aos bancos. Ele não soube precisar quantas agências já foram explodidas pela quadrilha do suspeito, mas isso será investigado.

Segundo o delegado Danilo, as investigações policiais começaram há quase um ano, no entanto, era procurado pelas autoridades policiais dos estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba, há quase 3 anos. Apesar de Carlos residir em Natal, costumava viajar para as cidades de Recife, João Pessoa e Campina Grande e ficava hospedado em motéis, utilizando documentos falsos para dificultar as investigações policiais.

O suspeito foi localizado e preso na tarde da última quinta-feira (12) próximo a um supermercado em João Pessoa e apresentado a imprensa nesta sexta-feira (13), na cidade de Campina Grande. Durante a coletiva, o superintendente da Polícia Federal, Bruno Rodrigues, elogiou o trabalho intenso da DRF, visando tirar de circulação criminosos que subtraem o patrimônio alheio, ou seja, um trabalho de repressão aos crimes patrimoniais.

Durante a prisão de Carlos Magno, um casal foi detido e conduzido até a delegacia onde foi ouvido pela autoridade policial, quando nada foi comprovado que os dois estavam no esquema, nem tampouco houve flagrante delito sendo estes liberados.
Para o delegado Danilo Orengo, essa prisão de Carlos Magno significa menos assaltos a bancos, um baque na organização criminosa, haja vista ter sido preso o responsável por arquitetar toda ação criminosa desarticulada pela Polícia paraibana. “Não tenho dúvida que essa prisão tirou de circulação uma das principais quadrilhas de assalto e explosão a bancos que atuava na Região Nordeste”, finalizou Orengo.

DIÁRIO DO SERTÃO com Assessoria

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