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Funcionários do hospital de CZ prestaram queixa; Direção acredita em fraude de ex

O delegado explicou que a atribuição do caso é da PF, pois em tese, o fato teria ocorrido nas dependências do hospital.

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15/11/2015 às 05h37

O delegado George Wellignton e o diretor administrativo do HUJB falaram sobre o caso

O delegado da Seccional de Polícia Civil de Cajazeiras, George Wellington revelou nesse sábado (14), que os funcionários do Hospital Júlio Bandeira de Cajazeiras registraram Boletim de Ocorrência na delegacia local sobre a suposta prática de sexo dentro da unidade hospitalar.

Segundo o delegado, por ser de responsabilidade da Universidade Federal de Campina Grande, o caso será remetido a Polícia Federal para investigação. “Foi registrada uma ocorrência na delegacia, mas será encaminhada, pela legislação para Polícia Federal”.

George Wellington explicou que a atribuição do caso é da Polícia Federal, pois em tese, o fato teria ocorrido nas dependências do hospital.

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“Conforme chegou ao conhecimento do público em geral por mensagens de WhatsApp que foram expostas, o ato sexual teria ocorrido dentro de um hospital universitário federal e ali dentro, todos os interesses representados são da União e não do estado da Paraíba, por isso não cabe a Polícia Civil investigar”. Disse o delegado da Seccional

O outro lado
O diretor administrativo do HUJB, Marcelo José Pinheiro informou a reportagem do Diário do Sertão que o hospital é monitorado por câmeras de segurança e as imagens já passaram por uma análise e desmentiriam as mensagens da suposta prática de sexo entre os dois funcionários durante o plantão. 

De acordo com Marcelo Pinheiro, apenas os banheiros e as enfermarias não são vigiadas pelas 30 câmeras da unidade hospitalar, mas outros funcionários que estavam de plantão com os supostos envolvidos na conversa foram ouvidos e nenhum deles teria observado qualquer comportamento diferente dos colegas.
Segundo o diretor, as mensagens teriam sido arquitetadas por uma terceira pessoa, que há um tempo teve envolvimento amoroso com o motorista e ela mesma teria divulgado o conteúdo num aplicativo de mensagens instantâneas, que vazaram na terça-feira (10). 

“Acreditamos que tenha sido algo forjado para prejudicar os nossos funcionários. Recebi ligação de uma mulher denunciando o caso e dizendo ser muito grave, além de perguntar se o hospital demitiria o funcionário. Ela ainda me ofereceu os prints da conversa, mas não aceitei”, revelou o diretor. 

Entenda 
Após as postagens dos funcionários serem publicizadas, a direção executiva do Hospital Universitário Júlio Bandeira assumiu em nota que se trata de servidores da unidade de saúde de propriedade da Universidade Federal de Campina Grande.

De acordo com a nota, já foi aberto processo administrativo para investigar a troca de mensagens íntimas entre funcionários terceirizados da instituição, que teriam tido relações sexuais durante um plantão. Segundo a direção, a conversa ocorreu entre um motorista de ambulância e uma auxiliar de limpeza.

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