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Inovando: Presídio do Sertão paraibano desenvolve projeto de ressocialização através da Marcenaria

O Secretário Wallber Virgolino disse que essa Marcenaria dentro do Presídio é mais um projeto que vem dando certo

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14/12/2013 às 15h01

A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap) desenvolve projetos de trabalho e educação, que ajudam na ressocialização de apenados nas Unidades Penais da Paraíba. Um desses projetos ressocializadores acontece no Presídio Manoel Gomes da Silva em Catolé do Rocha, Sertão do Estado.

Os reeducandos Erinaldo Pereira de Oliveira, Guilherme Oliveira de Souza e Jorge Luis Barros, desenvolvem um trabalho de marcenaria dentro da Unidade Prisional.

O Secretário Wallber Virgolino disse que essa Marcenaria dentro do Presídio é mais um projeto que vem dando certo e hoje é um sucesso. “Gostaria de agradecer ao empenho da direção do Presídio de Catolé do Rocha, como também, os agentes penitenciários que são muito aguerridos e laboram com qualidade e dedicação à função. E quero destacar esse trabalho da Marcenaria “Vitória” dentro das instalações penitenciárias, isso mostra que com boa vontade, esforço e competência podemos melhorar ainda mais o Sistema Penitenciário Paraibano”, disse.

De acordo com o diretor Hermeson Amaral, o projeto foi desenvolvido desde fevereiro de 2012, através da parceria entre a iniciativa privada da cidade e a penitenciária. “Alguns presos tinham aptidão para a marcenaria, recebemos as máquinas por meio de doações e começamos as atividades.

Então, os presos foram desenvolvendo esse trabalho confeccionando carrinhos de brinquedos, porta retratos, bandejas, enxoval para recém-nascidos, troféus e outros objetos. Além disso, já participamos desde o ano passado do Salão de Artesanato Paraibano, onde foram vendidas todas as peças expostas. Outra exposição foi realizada num Shopping da Capital e também foi vendido todo o estoque.“Gostaria de agradecer ao apoio dado pela Seap, que está disponibilizando material e equipamento para continuarmos o projeto”.

Todo o dinheiro das vendas das peças é revertido para as famílias dos presos, e eles não têm acesso, e de cada três dias trabalhados os apenados tem um dia de pena reduzida. Um dos presos que trabalhava na Marcenaria “Vitória” está solto em liberdade condicional e já montou até a sua oficina na cidade de Catolé do Rocha. O Presídio de Catolé do Rocha foi fundado em dezembro de 2008 e atualmente tem cerca de 226 reeducando em suas dependências.

Da Assessoria

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