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Irmão de humorista da globo é preso acusado de estelionato, mas consegue liberdade provisória

Carlos Hassum pagará fiança de R$ 50 mil para poder responder ao processo em liberdade. Ele e ator não se falam há mais de dez anos.

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

15/02/2016 às 08h15

Carlos Alexandre Hassum (Foto: Reprodução/Instagram)

Carlos Alexandre Hassum Moreira, de 45 anos, irmão do ator Leandro Hassum, conseguiu neste domingo, 14, liberdade provisória para responder ao processo em que está sendo acusado de estelionato. Ele estava preso na Cidade da Polícia, no bairro do Jacaré, Zona Norte do Rio, desde a tarde de sábado, 13.

De acordo com o advogado dele, Rafael Faria, havia sido estipulada uma fiança de R$ 50 mil para sua liberdade – até seu julgamento. O advogado levou o caso ao plantão judiciário, que concedeu a liberdade a Carlos, mas manteve a fiança. “A família dele já está em busca da quitação. Assim que conseguirem, ele será solto. Se não tivéssemos ido ao judiciário hoje, ele poderia pagar a fiança estipulada pelo delegado e a juíza ver o caso na segunda-feira e determinar sua prisão preventiva. Agora, ele vai pagar a fiança, mas já com a certeza que responderá ao processo em liberdade, já que a juíza teve acesso ao caso e determinou isso”, explicou o advogado.

Segundo Faria, Carlos está sendo acusado por estelionato por suposta venda ilegal de ingressos de camarotes da Sapucaí, mas não há provas concretas contra ele. “A prisão dele não tem embasamento. Não há provas para prende-lo”, disse o advogado, que não soube precisar quanto tempo Carlos ficaria preso, caso fosse julgado culpado: “Precisaria ser verificado se houve pessoas lesadas. Não dá para estipular um período, o caso está muito embrionário”.

‘Leandro Hassum já sabe, mas ainda não se pronunciou para ajudar Carlos’
Carlos Hassum já esteve envolvido outras vezes em problemas com a lei. Em 2013 ele foi detido por estelionato e formação de quadrilha em um caso que envolvia fraudes na compra de passagens aéreas. Nos últimos 13 anos, foi citado em nove inquéritos, mas só um teve conclusão e prisão. “O histórico dele pode influenciar durante o processo, mas agora, para a liberdade provisória não. Não faz sentido”, explicou Faria.

Para o advogado, o que atrapalha mesmo é a repercussão que o caso ganhou, pelo fato de Carlos ser irmão de Leandro Hassum. “Estou acostumado em casos de repercussão com pessoas de certa fama e isso atrapalha um pouco por conta da mídia. Por ser dinâmica, noticia as informações e a população, de modo geral, acaba emitindo uma opinião, que acaba influenciando a opinião dos julgadores e do próprio juiz”, afirmou.

Faria revelou que Leandro Hassum, por enquanto, não está ajudando ao irmão. “Ele já está sabendo da prisão, mas ainda não se pronunciou para ajudar Carlos. Apenas a mãe e a esposa de Carlos estão o ajudando. Leandro e Carlos não se falam há mais de dez anos”, disse.

Leandro Hassum segue viajando por Miami
Mesmo sabendo da prisão do irmão, Leandro Hassum segue curtindo sua viagem para Miami, nos Estados Unidos. Neste domingo, 14, o ator publicou uma foto sorridente em uma loja. “Indo às compras com meus parceiros de reforma”.
Entenda o caso

Carlos Alexandre Hassum Moreira foi preso no começo da tarde deste sábado, 13, pela Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), suspeito de aplicar golpes em camarotes da Sapucaí, se fazendo passar por um representante de uma agência de turismo de São Paulo. O golpe consistia em solicitar ingressos em operadoras de venda para pagar depois, o que nunca era feito.

Segundo o delegado titular da especializada que efetuou a prisão, Antenor Lopes, Carlos Alexandre foi preso no local em que trabalhava, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. “Essas empresas pegam os ingressos e pagam após o evento. Ele se fez passar por gerente da empresa através de e-mail”, explicou o delegado.

Ainda segundo o delegado, após desconfiarem do golpe, as operadoras entraram em contato com a delegacia. Durante as diligências, os agentes localizaram o homem que estava fazendo a coleta dos ingressos. Em depoimento, ele afirmou que foi contratado por Carlos Alexandre para fazer a coleta de ingressos. O homem havia conseguido pegar 10 ingressos para um camarote, que valem, no total, R$ 10 mil. Todos eles foram recuperados pelos policiais.

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