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Após morte de policial em Sousa, representantes dos ciganos acionam MP e acusa polícia de terrorista

A denúncia foi feita ao promotor das execuções penais, Manoel Pereira de Alencar a cerca de tiroteios e invasão de algumas residências na comunidade.

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19/12/2011 às 17h38

Após a morte do Cabo da Polícia Militar, Givanildo Barbosa Lopes, de 50 anos, "Cabo Lopes", nesse domingo (19), sendo vítima de vários golpes de roçadeira na cabeça nessa quinta-feira (15), no Rancho dos Ciganos "Pedro Maia", desferidos pelo cigano Francisco Manoel Messias, conhecido como “Cula”, de 32 anos, os representantes das comunidades ciganas acionaram o Ministério Público nesta segunda-feira (19), acusando a polícia de praticar terrorismo.

Os ciganos procuram o promotor das execuções penais, Manoel Pereira de Alencar e informaram que os moradores da comunidade não têm mais sossego desde a quinta-feira, quando ocorreu a tentativa de homicídio.

Eles informaram ao promotor que o acusado não está mais na comunidade, nem está recebendo apoio de nenhum membro dos ciganos, mas mesmo assim a polícia está fazendo rondas diárias amedrontando os moradores, chegando até a quebrar portas de algumas casas tiroteios no local.

Cula ainda não se apresentou a polícia sousense.

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"Cabo Lopes"                                                                                               "Cigano Cula"

DIÁRIO DO SERTÃO
 

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