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Mãe de jovem conta como empresário de SZ agia nos crimes de prostituição infantil

O advogado do empresário ¨Jucélio das Parabólicas¨ também deu sua versão e disse que aguarda decisão do TJ da PB.

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18/11/2011 às 09h24

Ana Paula contou detalhadamente como sua filha havia sido abordada por uma mulher identificada por Ozibeth Sarmento, teria informado a menina das vantagens que era fazer um programa com o empresário.

A genitora da vítima, declarou que a menor foi abordada na escola de Sousa, Polivalente II, pela mulher, informando que o empresário que queria fazer o programa com ela era uma pessoa muito boa e além de pagar os serviços dava uma boa gratificação.

“A minha filha me ligou da escola e contou tudo, daí mandei ela para a casa da minha mãe, que fica próximo a escola e fui para lá, onde ela me contou tudo”. Disse a mãe.

A doméstica informou também, que a mulher “responsável” por levar as crianças para o empresário foi a escola duas vezes tentando convencer sua filha se prostituir.

Segundo Ana Paula, a menor começou a ser cobiçada após divulgação de seu book num blog da cidade. “Ozibeth disse que o empresário não levaria minha filha para motel, mas para uma fazenda”

Veja o vídeo!

O outro lado
O advogado Ozael Costa que foi contratado pelos acusados para promover a defesa afirmou que o empresário Jucélio recebeu várias ligações de Ozibeth marcando um encontro, a partir de então Jucélio ficou desconfiado e comunicou ao Delegado, Vicente Honório, dizendo que estavam montando uma armadilha para prejudicá-lo.

Muito desconfiado, Jucélio pediu ao Policial Militar chamado Lins, para poder fazer uma averiguação no local indicado por Ozibeth para o encontro.

Lins foi até lá, e viu que não tinha nada de anormal no local, e logo fez uma ligação ao empresário Jucélio, que não compareceu ao local. Ozibeth foi para casa, e lá se encontravam dois Policiais Militares a paisana.

Esses PMs entenderam que Lins tinha interferido no trabalho da Polícia, o que realmente não aconteceu. Segundo o advogado, Lins não sabia do que realmente se tratava, e ao chegar no local viu três Policiais a paisana, e foi cumprimentá-los.

"O pedido de prisão contra Jucélio e Lins foi fundamentado apenas no Inquérito Policial, sem mais provas contundentes". Disse Ozael

escute entrevista de Levi Dantas em Sousa 

Entenda o caso
O juiz da cidade de Sousa, Irlando Sobreira, decretou nesta sexta-feira (11), a prisão preventiva de um policial militar e do empresário da cidade, Jucélio Rocha, popularmente chamado de “Jucélio das Parabólicas”, acusados de envolvimento no crime de prostituição infantil.

O Ministério Público estava investigando a rede de prostituição na cidade. Uma pessoa, que não teve o nome revelado pela polícia, foi presa na cidade de Cajazeiras acusada de participar do esquema.

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