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Saiba como se proteger da gripe suína

Muita calma nesta hora. A gripe suína está prestes a fazer parte do nosso dia-a-dia e, como disse o responsável do departamento de Saúde do Banco Mundial, Keith Hansen, população e autoridades devem ficar em alerta, mas ninguém deve se alarmar. Portanto, é oportuno seguir os conselhos médicos clássicos: manter seus hábitos saudáveis, ser exigente […]

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03/05/2009 às 09h36

Muita calma nesta hora. A gripe suína está prestes a fazer parte do nosso dia-a-dia e, como disse o responsável do departamento de Saúde do Banco Mundial, Keith Hansen, população e autoridades devem ficar em alerta, mas ninguém deve se alarmar. Portanto, é oportuno seguir os conselhos médicos clássicos: manter seus hábitos saudáveis, ser exigente nos princípios de higiene e não se antecipar aos fatos – nada de sair de casa com máscara cirúrgica assim que for confirmado o primeiro caso no Brasil. Enquanto as notícias de contaminação estiverem na imprensa (e não na sua cidade), nada de pânico.

A gripe suína é, antes de mais nada, uma gripe – e gripe sempre foi uma doença incômoda, de fácil contágio e capaz de matar. O infectologista Vicente Vaz, do Hospital Oswaldo Cruz de Pernambuco, concorda: "Todo mundo tende a subestimar as gripes e isso é um comportamento inadequado".

A novidade dessa gripe é que ela tem origem em um vírus que, dentro do organismo do porco, se combinou com o vírus da gripe aviária, da gripe suína e da gripe humana. Na sua primeira versão, a gripe suína só infectava pessoas que trabalhavam com porcos. Com a mutação do vírus, ele agora é capaz de se propagar entre humanos. Suas características perversas não se encerraram por aí. Vicente Vaz adverte que a gripe suína tem infectado, no México, pessoas que antes passavam longe do perigo, como pessoas jovens e com boa saúde. O vírus H1N1 não pode ser subestimado.

Nem superestimado. Pacientes em tratamento têm apresentado melhora sempre que submetidos a antivirais adequados. Em outras palavras: se a pessoa infectada procurar logo o médico e receber o tratamento certo, da gripe só restará uma lembrança em poucos dias. Mas, se o infectado relaxar e decidir não ir ao médico, cuidado. Um dos perigos da gripe que virou manchete em todos continentes é que ela pode matar – como outras gripes também matam. Mas a diferença é que a reação do organismo ao H1N1 mata sem a ajuda de doenças oportunistas – como ocorre em outras gripes, que complicam e se transformam em pneumonias (pela ação de uma bactéria). A gripe suína exige respeito.

SAIBA MAIS

Outro conselho importante vem da infectologista Cláudia Vidal, do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). As pessoas devem se vacinar contra a gripe, mesmo que essa precaução não vá imunizar contra o H1N1. Cláudia Vidal recomenda a vacinação como estratégia. Quanto mais pessoas estiverem com o organismo livre de vírus de outras gripes, menor a chance do H1N1 novamente se combinar com outro vírus e ganhar novas características.

Cláudia Vidal considera as medidas tomadas pelo pessoal da Vigilância Sanitária corretas para se tentar reduzir os efeitos da gripe suína. Ela deposita suas esperanças nessas medidas que, espera, possam atrasar a ampliação das áreas de risco em quatro ou seis meses. Nesse período, estima, pode ser desenvolvida uma vacina eficiente e, aí sim, a luta contra o vírus ficará desigual para os humanos.

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