header top bar

section content

Desemprego sobe para 9% e País tem 9,1 milhões de pessoas sem trabalho

Essa foi a maior taxa de desocupação da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

19/02/2016 às 12h36

Sine oferece vagas de emprego em Patos

O desemprego no Brasil foi de 9% no trimestre encerrado em novembro do ano passado, e ficou 0,3 ponto percentual acima dos 8,7% registrados entre junho e agosto, de acordo com dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nesta sexta-feira (19). Essa é a maior taxa de desocupação da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.

Na comparação com o mesmo trimestre (setembro-outubro-novembro) do ano anterior, quando a taxa foi estimada em 6,5%, o quadro também foi de acréscimo (2,5 pontos percentuais). A população desocupada (9,1 milhões de pessoas) cresceu 3,7% (mais 323 mil pessoas) em relação ao trimestre de junho a agosto e subiu 41,5% (mais 2,7 milhões de pessoas) no confronto com igual trimestre de 2014.

Já a população ocupada (92,2 milhões de pessoas) ficou estável quando comparada ao trimestre móvel encerrado em agosto. Frente ao mesmo trimestre de 2014, esta estimativa teve uma queda de 0,6%, um contingente de 533 mil pessoas a menos.

O número de empregados com carteira assinada ficou estável frente ao trimestre encerrado em agosto e caiu 3,1% (menos 1,1 milhão de pessoas) na comparação com o mesmo trimestre de 2014.

Os trabalhadores por conta própria registraram aumento de 2,1% em relação ao trimestre de junho a agosto de 2015, um acréscimo de 458 mil pessoas, 4,5% a mais, quando comparados com o trimestre de setembro a novembro de 2014, ou seja, variação de 969 mil pessoas.

Salário

O rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos (R$ 1.899) caiu em relação ao trimestre de junho a agosto (R$ 1.913) e em relação ao mesmo trimestre de 2014 (R$ 1.923).

O rendimento dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada subiu 6,0% ante o trimestre de junho a agosto de 2015. Frente ao trimestre de setembro a novembro de 2014, os trabalhadores domésticos e os por conta própria apresentaram queda no rendimento (2,4% e 5,5% respectivamente). Todas as demais categorias de posição na ocupação mantiveram estabilidade em seus rendimentos.

A massa de rendimento real habitualmente recebida em todos os trabalhos para o trimestre encerrado em novembro (R$ 169,9 bilhões) também não apresentou variação estatisticamente significativa em ambos os períodos de comparação.

Setores

Na análise do contingente de ocupados por grupamentos de atividade, em relação ao trimestre de junho a agosto de 2015, ocorreu retração de 2,9% na indústria geral (-379 mil pessoas), de 2,5% na agricultura (-241 mil pessoas) e de 6,7% em informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (-708 mil pessoas).

Houve, ainda, aumento de 6,1% na construção (446 mil pessoas), de 4,7% nos serviços domésticos (284 mil pessoas), de 3,0% em transporte, armazenagem e correio (129 mil pessoas) e de 2,3% na administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (348 mil pessoas).

Frente ao trimestre de setembro a novembro de 2014, registraram aumento os grupamentos de serviços domésticos (5,2%); alojamento e alimentação (4,9%); transporte, armazenagem e correio (4,6%); e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,2%). Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias profissionais e administrativas (-6,3%) e indústria geral (-6,1%) caíram.

Metodologia

Os indicadores da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua são calculados para trimestres móveis, utilizando-se as informações dos últimos três meses consecutivos da pesquisa. A taxa do trimestre móvel terminado em novembro de 2015 foi calculada a partir das informações coletadas em setembro/2015, outubro/2015 e novembro/2015.

No trimestre de setembro a novembro de 2015, havia cerca de 9,1 milhões de pessoas desocupadas no Brasil. Esta estimativa correspondia a 8,8 milhões no trimestre de junho a agosto de 2015, um acréscimo de 3,7%, ou mais 323 mil pessoas nesse contingente.

No confronto com igual trimestre do ano passado, esta estimativa subiu 41,5%, significando um aumento de 2,7 milhões de pessoas desocupadas na força de trabalho.

R7

CACHOEIRA DOS ÍNDIOS

VÍDEO: Ex-prefeito rompe o silêncio, fala de derrota e lamenta promessa não cumprida de atual gestor

ENTREVISTA

VÍDEO: Do vício em jogo à fama, ‘Rei das Tapiocas’ de Cajazeiras conta trajetória no programa Xeque-Mate

MARIA CALADO NA TV

Programa Maria calado na TV recebe os Quentes da Pegada da cidade de São João do Rio do Peixe

EM CONTINÊNCIA AO SENHOR JESUS

Programa Em Continência ao Senhor Jesus com a participação do Sargento Souza e Marcos Alan