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Senador Deca vai à ANAC e cobra celeridade para homologação do aeroporto de Cajazeiras. Confira!

O que a Anac quer, é trazer para o Brasil o modelo low cost, porém atualmente ainda não é possível adotar porque a regulação brasileira não permite.

Por Luzia de Sousa

22/09/2016 às 09h01 • atualizado em 22/09/2016 às 14h57

Deca quer agilidade na homologação do aeroporto de Cajazeiras

O senador Deca (PSDB-PB) manteve audiência com o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Ricardo Botelho e cobrou celeridade no processo de homologação do aeroporto do município de Cajazeiras. A reunião aconteceu nesta quarta-feira, dia 21, na sede na Anac, em Brasília.

O presidente da Agência que regula a aviação civil no Brasil assegurou que no último dia 2 de setembro foi apresentada a documentação requerendo a inscrição cadastral de aeródromo público (homologação) e que o Comando da Aeronáutica já se pronunciou com um parecer positivo.

“Com o parecer positivo da Aeronáutica, o próximo passo, é fase de análise e inspeção local. Na inspeção in loco será constatado se todos os equipamentos e infraestrutura do aeroporto estão de acordo com as normas exigidas pela Anac, tais como a macro tamanho e textura da pista, distanciamento das hastes, entre outras exigências. Mas, o que eu posso garantir ao senador, é que vamos procurar ter o máximo da celeridade”, se comprometeu Ricardo Botelho.

Regionalização – No encontro, também, foi discutido sobre uma aspiração de todo o sertão paraibano, que a viabilização de um projeto de integração regional que possa oferecer ligação aérea direta para o interior do estado. “O que eu defendo é que possamos promover o desenvolvimento econômico regionalizado com fins de favorecer os negócios e potencializar o turismo e temos um grande potencial ainda inexplorado em vários municípios paraibanos além de Cajazeiras, a exemplo de Patos e Sousa”, idealizou Deca.

O Presidente da Anac corroborou com o pleito do senador paraibano apresentando como solução as companhias low cost (baixo custo), que tem um modelo baseado em custos unitários substancialmente inferiores relativamente aos outros tipos de companhias aéreas (tradicionais e charter), o que permite praticar preços reduzidos, sendo esta a sua principal vantagem competitiva face às restantes companhias aéreas.

O que a Anac quer, é trazer para o Brasil o modelo low cost, porém atualmente ainda não é possível adotar porque a regulação brasileira não permite, mas até o final do ano, segundo Botelho, está previsto uma mudança.

“Isso será um ganho para o consumidor e para o país. Uma das linhas de mudança que estamos querendo trabalhar é aviação regional e aeronaves menores se desenvolvam para poder levar a população para os locais”, garante Botelho.

O senador Deca saiu da reunião bem confiante: “a aviação hoje não é uma questão de luxo como já foi no passado. Hoje, a aviação é deslocamento para a população brasileira. Regionalizar e fazer com as pessoas do interior tenham a possiblidade é um processo de democratização necessário para alavancar a economia e o desenvolvimento local”, finalizou Deca.
Assessoria do senador Deca (PSDB-PB).

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