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Com fim do horário de verão, relógios deverão ser atrasados no domingo

Atualmente, a medida é empregada sempre a partir do terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

17/02/2017 às 08h20 • atualizado em 16/02/2017 às 19h53

Os relógios deverão ser atrasados em 1 hora (Foto: Reprodução)

O horário de verão termina a 0h do próximo domingo (19), quando os relógios devem ser atrasados em uma hora em todos os Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Distrito Federal.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, o objetivo principal do horário de verão é aproveitar melhor a luz solar durante esse período, sobretudo nos horários de pico, além de conscientizar as pessoas sobre o uso da energia.

As crianças, os idosos e os notívagos são os que mais sentem as consequências da mudança do horário de verão. Sonolência durante o dia, cansaço, irritabilidade, alterações de apetite e um humor deprimido são alguns efeitos no organismo em decorrência da perda de uma hora de sono.

ECONOMIA

O Ministério de Minas e Energia deve divulgar um balanço sobre a economia de energia somente na próxima semana. Contudo, a estimativa inicial do ministério era economizar R$ 147,5 milhões com horário de verão, o que representa o custo evitado em usinas térmicas por questões de segurança elétrica e atendimento à ponta de carga durante esse período.

A Eletropaulo, concessionária de energia elétrica de 24 municípios de São Paulo, afirmou que os clientes economizaram aproximadamente 80,8 gigawatts-hora (GWh). Com esse volume, diz a companhia, é suficiente para distribuir energia durante um mês aos municípios de São Caetano do Sul e de Vargem Grande Paulista, que têm cerca de 159 mil e 50 mil habitantes, respectivamente.

Já no sistema elétrico operado pela Copel no Paraná houve uma redução média de 4,5% na demanda de energia nos fins de tarde, retirando do sistema elétrico 200 megawatts (MW) de potência das 19h às 22 horas. Tal alívio equivale a desligar, no horário de ponta, uma cidade como Maringá, de 391 mil habitantes.

Os demais Estados ainda não têm um balanço final da economia de energia. O horário de verão foi instituído pela primeira vez no Brasil no verão de 1931/1932, cuja duração foi de quase meio ano, vigorando de 3 de outubro de 1931 até 31 de março de 1932.

Atualmente, a medida é empregada sempre a partir do terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte. A alteração, que não vigora nos Estados do Norte e Nordeste, tem como objetivo evitar a sobrecarga no sistema elétrico entre o fim da tarde e o início da noite (das 18h às 21h), quando as pessoas chegam em casa e começam a usar aparelhos elétricos. A economia reflete o maior uso de iluminação natural neste período.

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