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VIXE: Cliente tira a roupa e entra só de cueca em banco após ser barrado 5 vezes em porta giratória

Motorista de 52 anos afirmou que só conseguiu entrar em agência depois de ter tirado a roupa e as sandálias.

Por Redação Diário

11/08/2017 às 18h40 • atualizado em 11/08/2017 às 18h46

Cliente tirou toda a roupa para entrar em agência bancária (Foto: Juzi Avelino da Rosa/ Arquivo pessoal)

Barrado cinco vezes na porta giratória de uma agência do Banco do Brasil, o motorista Juzi Avelino da Rosa, de 52 anos, entrou no estabelecimento só de cueca nessa quarta-feira (10). Ele contou que resolveu tirar a roupa porque todas as tentativas anteriores de entrar no banco, que fica na Rua Comandante Costa, no Centro de Cuiabá, no estado de Mato Grosso, tinham sido frustradas.

O OUTRO LADO
Por meio de nota, o Banco do Brasil afirmou que o sistema de segurança das agências possuem sensores para a detecção de metais e bloqueia a porta automaticamente quando constatado volume de metal superior ao mínimo permitido, não havendo nenhuma ação do vigilante para travamento da porta. O equipamento é exigido pela Polícia Federal e “visa à segurança de clientes, funcionários e público em geral”, afirmou o banco.

COMO ACONTECEU
Segundo o motorista, a porta com detector de metais travou na primeira vez. Em seguida, na segunda tentativa, ele retirou os aparelhos eletrônicos, chaves e objetos metálicos dos bolsos, mas não conseguiu passar. Juzi contou que usava bermuda, camiseta regata e sandálias.

Ele insistiu algumas vezes – segundo o cliente, os vigilantes da agência riram dele no processo. “Por causa disso, até pensei que se tratava de uma sacanagem deles”, contou.

Revoltado, na sexta tentativa ele resolveu tirar a roupa, já que não estava com mais nada. Ele tirou a bermuda, a camiseta e a sandália, ficando apenas de cueca. Sem roupas, ele enfim passou pela porta giratória e, dentro da agência, se vestiu novamente.

Outra cliente que estava na agência registrou a cena (Foto: Juzi Avelino da Rosa/ Arquivo pessoal)

O motorista é correntista no banco há mais de 20 anos e disse ter se sentido constrangido com a situação.
“Me senti muito constrangido. Cada vez que tentava passar e não conseguia, se formava uma fila atrás de mim. Além disso, as pessoas acham que a gente tem alguma coisa, arma e tal”, declarou.

Juzi disse que depois que ele passou outras pessoas passaram pela porta com objetos metálicos. “Um policial passou com uma arma e outras pessoas passaram com correntes”, afirmou.

PORTAL DIÁRIO com G1

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