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Açude Lagoa do Arroz sangra e já preocupa população ribeirinha

Para aumentar a apreensão dos ribeirinhos da região do Alto-piranhas, o açude da Lagoa do Arroz atingiu sua capacidade máxima que é de 80.220.750 m³, nas primeiras horas da madrugada deste sábado.

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02/05/2009 às 09h09

src=http://www.diariodosertao.com.br/artigos/sendtmp/20080613112656/destaque/lagoa_arroz.jpgPara aumentar a apreensão dos ribeirinhos da região do Alto-piranhas, o açude da Lagoa do Arroz atingiu sua capacidade máxima que é de 80.220.750 m³, nas primeiras horas da madrugada deste sábado, 02, transbordou, fato que aconteceu pela segunda fez em sua história.

As chuvas de sexta para sábado foram 36,4 mm e já totalizam 910,0 mm na região do açude Lagoa do Arroz que sagra com a lamina de 4cm. A informação foi repassada ao portal Diário do Sertão pelo observador do açude José Damásio

Medo
A população da região do Rio do Peixe vive momentos de apreensão, com o inicio da sangria do manancial, que ocasionará transtornos para várias localidades na zona rural e urbana. Um dos municípios que pode ser atingido com as cheias é São João do Rio do Peixe, que já foi castigado com enchentes ocasionadas pelas águas da sangria dos açudes de Capivara, Arrojado e Pilões.

Já em Sousa, moradores residentes às margens do Rio do Peixe, como nos bairros Várzea da Cruz, Vasco da Gama, Guanabara, Boa Vista, e Angelim, também estão sob alerta com a sangria do açude.

Ninguém tem conhecimento real de como as águas devem chegar na cidade de Sousa, por isso, equipes do Corpo de Bombeiros, Policiais Militares, e voluntários estão atentos às conseqüências da sangria.

História do manancial
A barragem do Açude Lagoa do Arroz situa-se no município de Cajazeiras, estado da Paraíba, no vale do riacho Cacaré, afluente pela margem direita do rio do Peixe, na bacia do alto Piranhas.

O objetivo principal do reservatório, além da piscicultura e cultura de vazante, é a perenização do riacho Cacaré para irrigação a jusante, onde existem cerca de 1.800 ha de solos aluviais irrigáveis, que serão posteriormente objeto de projeto específico de irrigação. A partir do consumo anual de 13.160m³ /ha, verificado para a cultura do arroz em São Gonçalo, definiu-se em 800 ha a área irrigável a partir do lago formado.

A barragem foi projetada pelo 2º Distrito de Engenharia Rural (2º DERUR) do DNOCS e construída pela Construtora EIT – Empresa Industrial e Técnica S.A. Os serviços de implantação das obras foram iniciados em 1983 e concluídos em 1987.

PETSON SANTOS
Da redação do Diário do Sertão

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