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Prefeita de Uiraúna decreta estado de emergência

Foi decretado o estado de emergência na cidade de Uiraúna, no alto sertão paraibano, e caso os transtornos ocorridos com o afastamento dos funcionários concursados após determinação judicial aumentem, a prefeitura poderá decretar estado de calamidade pública. A prefeitura está impossibilitada de efetuar os serviços essenciais nas áreas de saúde, educação e limpeza urbana, em […]

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05/02/2009 às 18h19

Foi decretado o estado de emergência na cidade de Uiraúna, no alto sertão paraibano, e caso os transtornos ocorridos com o afastamento dos funcionários concursados após determinação judicial aumentem, a prefeitura poderá decretar estado de calamidade pública.

A prefeitura está impossibilitada de efetuar os serviços essenciais nas áreas de saúde, educação e limpeza urbana, em virtude da falta de profissionais para o atendimento os trabalhos.

A prefeita Dra. Glória Geane está na capital do estado buscando junto a sua assessoria jurídica uma solução imediata para que o município não entre em caos administrativo, “ pedimos a Justiça que possa decidir de forma urgente o retorno dos concursados, já pro determinação do TCE, não podemos contratar temporariamente servidores para o município e nem tão pouco reintegrar os afastados sob pena da prefeitura ser multada em R$ 2.000,00 por cada concursado por dia” frisou a prefeita.

Pessoas ligadas a oposição questionam pelas ruas da cidade , como a prefeitura estará realizando o maior carnaval da história da cidade tendo decretado estado de emergência. Para o chefe de Gabinete o Dr. Chaguinhas, o município está com suas finanças equilibradas e a decretação do estado de emergência, nada tem haver com finanças e sim com a falta de profissionais qualificados para o atendimento essencial as famílias uiraunenses.

Há uma esperança que no inicio da próxima semana o Tribunal de Justiça possa analisar o agravo judicial interposto pela prefeitura de Uiraúna, pedindo a reintegração dos concursados e a nulidade do ato do Juiz Dr. Rosine Amorim Bastos, que atendeu uma Ação Civil Pública, oriunda do Ministério Público local.

JOSELITO FEITOSA
Da Redação do Diário do Sertão

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