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Mesmo sob ameaça, funcionários públicos de Cajazeiras aderem a paralisação – VÍDEO!

Segundo a presidente do SINFUMC, os sindicatos também querem resolver questões locais, como a dívida da Prefeitura com o IPAM e salários pendentes

Por Jocivan Pinheiro

10/05/2016 às 15h55 • atualizado em 10/05/2016 às 15h57

Os funcionários públicos municipais de Cajazeiras aderiram à paralisação nacional que acontece nesta terça-feira (10), convocada pelas centrais sindicais, em defesa da democracia e contra a PEC 257 que, segundo os sindicatos, reduz e em alguns casos pode até extinguir direitos trabalhistas.

Elinete Lourenço, presidente do SINFUMC

Elinete Lourenço, presidente do SINFUMC

Em Cajazeiras, a paralisação é liderada pelo SINFUMC (Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Cajazeiras) e SINTEP-PB (Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação dos Estado da Paraíba).

De acordo com a presidente do SINFUMC, Elinete Lourenço, além da luta pela democracia e contra o retrocesso dos direitos trabalhistas em nível nacional, os sindicatos de Cajazeiras também querem resolver questões locais, como a dívida da Prefeitura com o IPAM (Instituto de Previdência e Assistência Municipal de Cajazeiras) – que já passa dos R$ 30 milhões, segundo ela – e salários pendentes da gestão do ex-prefeito Carlos Antônio.

Elinete também criticou a postura de alguns secretários da Prefeitura que, segundo ela, teriam ameaçado cortar ponto dos funcionários que aderirem à paralisação.

“Nesse momento não é hora de punir os servidores. Nós já estamos sendo punidos ao longo da vida, por um Eduardo Cunha, pelos nossos deputados nos quais nós nos enganamos e votamos errado. A gente está sendo punido quando nossos direitos estão sendo reduzidos. Não é hora de ameaças, não é hora de punir ninguém.”

Já o vice-presidente do SINFUMC, Eugênio Rolim, alerta para os riscos da PEC 257 afirmando que ela aumenta a contribuição previdenciária, proíbe concursos públicos, congela salários e planos de cargos e carreiras, põe fim à obrigatoriedade dos municípios e estados investirem parte dos seus recursos na saúde e educação, entre outras baixas.

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