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Padre faz discurso emocionante ao se despedir de Adalberto Nogueira. “Calou-se a voz indobrável”

O engenheiro era conhecido pelas suas previsões climáticas, declarações polêmicas e por ser um homem culto e socialmente engajado

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22/01/2016 às 16h38

A morte do engenheiro agrônomo Adalberto Nogueira deixa a cidade de Cajazeiras mais órfã de intelectualidade. Vítima de complicações renais, o ilustre cajazeirado faleceu na noite desta quinta-feira (21) na cidade de Fortaleza. Não partiu sem antes ter tido o prazer de ver a chuva voltar à terra que ele adotou como sua. A morte de Adalberto comoveu a todos.

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O engenheiro era conhecido em Cajazeiras e região pelas suas previsões climáticas, por suas declarações polêmicas e também por ser um homem culto e preocupado com as causas sociais.

Para o padre Francivaldo, amigo e colunista do Direto ao Ponto da TV Diário do Sertão, a morte de Adalberto deixa uma lacuna que nunca será preenchida com mesmo brilhantismo e engajamento. Emocionado, ele diz que o engenheiro era a “voz indobrável” de Cajazeiras.

“O cálice da morte fez calar a voz livre, indobrável, que não se calava diante do erro; estava sempre a serviço dessa cidade. Para nós uma perda irreparável”, lamenta.

O corpo de Adalberto Nogueira foi transladado para a cidade de Cajazeiras nesta sexta-feira (22) para ser velado, em forma de homenagem, na Câmara Municipal.

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