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Presidente da CAGEPA afirma que adutora do Pintado irá funcionar de domingo a domingo sem interrupções

O presidente da CAGEPA disse que as cidades de Nazarezinho e Marizópolis, além do Distrito de São Gonçalo,continuarão recebendo água do seu açude

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23/11/2015 às 09h45

Segundo o presidente da CAGEPA, a adutora do Pintado funcionará sem interrupção (Foto: DS)

O presidente da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (CAGEPA), Marcos Vinícius Fernandes Neves, esteve na última quinta-feira (19) reunido com o gerente da CAGEPA, Regional do Rio do Peixe Dedé Veras para debater as medidas para amenizar a crise hídrica em Sousa e região.
 
Em entrevista ao Portal e TV Diário do Sertão, Marcos Vinícius, disse que a vinda a Sousa faz parte do ponto de controle dentro da gestão das operações e estudos das metas dentro do órgão CAGEPA. O presidente disse que na reunião foi tomada uma decisão relevante para a cidade de Sousa. No que se diz respeito à adutora, Marcos Vinícius foi enfático e argumentou que mesmo sem o complexo do Pintado ser inaugurado oficialmente mas já está em operação com uma vazão de cerca de 80 litros/segundo.
 
Para Marcos Vinícius, foi feito uma avaliação no volume atendido pela adutora do Pintado obedecendo à outorga da Agência Nacional das Águas (ANA), no qual foi viabilizado que a água tratada que é destinada à cidade de Sousa vai ser distribuída de forma interrupta. “Vamos ofertar de domingo a domingo, cerca de 80 litros/segundo destinado à população de Sousa para que o DAESA possa fazer a destribuição. Verificamos que nesse período pode manter-se dentro do padrão que a própria ANA nos concedeu”, disse.
 
O presidente da CAGEPA ainda falou que as cidades de Nazarezinho e Marizópolis, além do Distrito de São Gonçalo, vão continuar recebendo água do açude de São Gonçalo. Que constantemente a qualidade da água do manancial é monitorada. “O nível do açude já está no chamado volume morto, mas é sempre verificada a qualidade da água para que seja ofertada para a população”, argumentou.
 
Marcos Vinícius ainda comentou acerca de críticas do prefeito de Sousa André Gadelha Neto (PMDB) e seus aliados em relação à vazão da adutora ser apenas um paliativo. Para Vinícius, é hora de agradecer a oportunidade de ter os 80 litros/segundo para ofertar. “E que nesse momento de crise hídrica falar em abastecimento normal é uma situação que é preciso repensar. Quem olha hoje as fotografias de São Gonçalo ou vai ao manancial se depara com uma cena assustadora. Dizer que a vazão é insuficiente todos sabem da situação do Sertão paraibano que 2/3 da Paraíba passa uma fase complicada de crise hídrica”, falou
 
Vinícius ainda falou a respeito de crítica em relação à vazão da adutora, de acordo com ele, em situação normal pode-se falar qualquer outro tipo de adjetivo, mas em plena crise hídrica ter água para ofertar para a população é uma questão de agradecer a Deus todo dia.
 
“Uma vez feito os registros, estudado a rede e feito às manobras, os 80 litros/segundo dão para atender à população de Sousa com o mínimo de água necessário para que passe esse período crítico, e quando chover o sistema será normalizado”, finalizou Marcos Vinícius. 

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