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Mais um caso da doença que matou cajazeirense é registrado na PB; Ela teve primeiro a Zika Vírus. Vídeo

A mulher paraibana teve braços e pernas paralisadas. A Secretaria de Estado divulgou 30 casos, sendo que 17 foram a óbito e 13 conseguiram sobreviver

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24/07/2015 às 16h40

A cozinheira de Campina Grande desenvolveu a doença. (Foto: Vídeo G1PB)

Mais um caso da Síndrome Guillain Barré (SGB) foi diagnosticado na Paraíba. Desta vez a paciente é de Campina Grande. Em Cajazeiras, três pessoas desenvolveram a doença, que então era rara, uma paciente morreu e duas conseguiram sobreviver.

Em Campina Grande, a cozinheira de 41 anos teve a Zika vírus no início do mês e após duas semanas teve braços e pernas paralisados.

Joseane da Silva, que é irmã da paciente contou que teve muitas dores de cabeça, além dos membros paralisados. A cozinheira passou por tratamento e está em casa.

Ela disse também, que a irmã será acompanhada por um neurologista e terá que ser submetida a fisioterapias.

Leia mais: Secretaria revela que PB registrou 30 casos da doença que matou escrivã de Cajazeiras e 17 deles morreram; Médico explica a síndrome

Veja o vídeo do G1PB!

Explicação
O neurologista Bruno Farias explicou que a doença é iniciada por membros inferiores podendo acometer membros superiores e musculatura da face.

Casos
Na semana passada, a Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba, por meio da Gerência Executiva em Saúde, divulgou a situação epidemiológica da Síndrome Guillain Barré no Estado. 

De acordo com a Secretária de Estado, entre janeiro de 2010 a maio de 2015 foram registrados 30 casos, sendo que 17 foram a óbito e 13 conseguiram sobreviver. 

Sertão
No Sertão, três cidades registraram casos da síndrome, que ficou evidenciada após morte da escrivã da Polícia Civil de Cajazeiras  Luciene Galdino de Souza, em maio deste ano. Além de Luciene, mais duas pessoas de Cajazeiras foram acometidas pela grave doença, são elas: Brenda Gomes e Marcelo Holanda. Estes conseguiram sobreviver. Em Cajazeiras os três casos foram registrados somente este ano.

Na cidade de Uiraúna foram registrados dois casos da doença no ano de 2011 e os dois pacientes morreram. Em Santana de Mangueira, Vale do Piancó, também foi a óbito uma pessoa acometida da síndrome no ano passado.

Diagnóstico
O diagnóstico da SGB é primariamente clínico (sinais e sintomas) e laboratorial (análise do líquido cefalorraquidiano – Elevação da proteinorraquia acompanhada por poucas células mononucleares e diagnóstico eletrofisiológico). No entanto, exames complementares são necessários para confirmar a impressão clínica e excluir outras causas de paraparesia flácida.

Tratamento
Existem dois tipos de tratamento para SGB: (1) antecipação e manejo das comorbidades associadas; (2) tratamento da progressão dos sinais e sintomas visando menor tempo de recuperação e minimização de déficit motor. Não há necessidade de tratamento de manutenção fora da fase aguda da doença.

O tratamento específico da SGB visa primordialmente acelerar o processo de recuperação, diminuindo as complicações associadas à fase aguda e os deficit neurológicos residuais a longo prazo. Não está indicado uso de glicocorticoides. 

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