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Empresário e ex-usuário de droga revela que amigos lhe ofereceram entorpecentes. Vídeo

O empresário disse ainda que a droga é um caminho praticamente sem volta, mas, é possível se libertar através da palavra de Deus

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07/04/2015 às 15h31

Sidney Medeiros, empresário sousense (Foto: Charley Garrido)

A reportagem do Portal e TV Online Diário do Sertão entrevistou nessa terça-feira (07) o empresário Sidney Medeiros. O sousense que é presidente Associação de Resgate e Assistência aos Dependentes Químicos (ARADEQ), falou que é possível sair do vício das drogas.

Sidney Medeiros, revelou que há vários anos foi influenciado por amigos e acabou se tornando um usuário de cocaína. O empresário disse ainda que a droga é um caminho praticamente sem volta, no entanto, é possível se libertar através da palavra de Deus ou até mesmo com a ajuda de uma clinica de recuperação.

“A droga hoje é um caso de saúde. A pior coisa de um usuário de drogas é ele não reconhecer que ele é um dependente, ou ele tem um poder de escolha para pedir ajuda a Deus, ou então interna-se em uma clínica de recuperação para passar para uma terapia espiritual, pois, quem liberta o homem das drogas é Jesus de Nazaré”, disse.

Alerta
O empresário finalizou a entrevista mandando um recado para as famílias, para que tenham cuidado com as amizades dos filhos, para que eles não entrem no mundo das drogas. “Você pai de família, se não cuidar de seu filho, os traficantes vão adotá-lo. Não adianta ter tempo para os negócios, tempo para ganhar dinheiro, e não ter tempo para seu filho e sua família. Nós temos que ter sucesso nos negócios e na família”, concluiu.

Aradeq
A casa de recuperação de Sousa é uma das melhores clínicas de recuperação de drogados do Nordeste, segundo o gestor da casa, Arão Lemos.

O Projeto “Resgatando Vidas”, é colocado em prática diariamente, com o objetivo principal de reabilitar fisicamente e psicologicamente os internos que buscam se livrar das drogas.

Veja vídeo!

Ex-traficante
Luan Dantas entrou nas drogas aos 12 anos de idade. Mas hoje, aos 20 anos, está recuperado e é um dos monitores da ARADEQ.  “Já fiz muita coisa errada. Envolvi-me com roubo, com o tráfico de drogas e fiz parte do Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo. Mas graças a Deus, quando cheguei à ARADEQ em Sousa, minha vida mudou e estou escrevendo uma nova história, sem as drogas”, afirmou.

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