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Perseguidos e sem receber salários há dois meses, professores protestam em cemitério

No ¨Dia de Finados¨ centenas de professores protestam contra desmandos administrativos em município do Sertão.

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02/11/2011 às 09h57

Mais de duzentos professores municipais da cidade de Piancó, realizaram nessa terça-feira (01), uma caminhada pelas principais ruas da cidade e em seguida fizeram um ato público em frente à Prefeitura Municipal, protestando contra o atraso salarial.

Os educadores iniciaram na manhã desta quarta-feira (02), mais um ato público, desta vez em frente ao cemitério, aproveitando a visita de centenas de piancoenses ao local, nesse “Dia de Finados”, demonstrando o descaso em que se encontra a administração do município.

Sindicato
A presidente do SINDIFEMP (Sindicato dos Funcionários em Educação de Piancó e Região), Alcicleide Lacerda, denunciou que a prefeitura não paga aos servidores há dois meses, além de retirar as gratificações dos educadores, que foi uma conquista da classe.

Alcineide declarou também, que a prefeita persegue politicamente os professores, pois até o seu salário foi suspenso, desde o mês de agosto, sendo necessário entrar com ação na justiça, para garantir o pagamento.

Ela disse também que a prefeitura recebeu do FUNDEB o montante de R$ 3.998.211,50(três milhões, novecentos e noventa e oito mil, duzentos e onze reais e cinqüenta centavos), entre janeiro e outubro deste ano, chegando a média de R$ 399.821,15 (trezentos e noventa e nove mil, oitocentos e vinte e um reais e quinze centavos) mensais, não justificando assim, o atraso de dois meses de salários.

“Como a prefeita justifica um atraso de dois meses de salários, os recursos do FUNDEB chegando religiosamente no município?” Indagou a presidente

Defesa do trabalhador
O presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), na Paraíba, José Gonçalves, acompanhou a mobilização nessa terça-feira (1}), juntamente com os professores e alguns vereadores da cidade.

Gonçalves criticou a gestora e afirmou que é uma vergonha, uma prefeita que é professora não honrar os seus compromissos com a própria categoria a qual pertence e pior, exercer uma forte pressão psicológica para que os mesmos se desfiliem da sua entidade de classe. “ isso é puro assédio moral e iremos denunciar caso a caso na justiça”. Declarou o sindicalista.

Ele informou ainda que a categoria vai entrar com várias ações contra a Prefeitura, pois foi aprovado um projeto de lei na Câmara criando professores bolsistas em detrimento da realização de concurso público, totalmente inconstitucional e, no entanto, a prefeita Flavia Galdino paga aos contratados, bolsistas e comissionados e deixa atrasar os salários dos professores do quadro efetivo do município.

DIÁRIO DO SERTÃO com assessoria
 

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