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Professor Damacena declara:

não creio em ‘ressurreição’ do Colégio Diocesano

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16/10/2008 às 14h49

width=200“Quando eu falo do Colégio Diocesano, eu me emociono muito. O Colégio Diocesano faz parte da minha vida. Uma boa parte dela foi construída junto com a história do Colégio Diocesano. Pra mim seria motivo de muita alegria ver o Colégio Diocesano com suas portas abertas aos alunos mais carentes. O Colégio Diocesano sempre foi isso. Se ele voltasse a ser aberto, isso seria um sonho, e a gente teria que parabenizar dezenas de vezes a administração do bispo Dom José Gonzáles”

Crer ou não crer: eis a questão para o professor Francisco Damacena, ex-diretor do extinto Colégio Diocesano Padre Rolim, que parece mesmo não confiar na hipótese de a escola mais tradicional de Cajazeiras voltar a funcionar.

Berço de educadores em todo o estado, há alguns anos o Colégio Diocesano, fundado junto com a própria cidade pelo Padre Rolim, não resistiu aos gradativos problemas estruturais que impossibilitavam cada vez mais sua continuidade como instituição de ensino e fechou, cedendo suas instalações para a FAFIC – Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras.

Vez e outra surgem comentários na cidade de que pode haver a possibilidade do Colégio reabrir suas portas. Porém, para quem esteve lá dentro e durante anos soube do que é preciso para que tal sonho se torne realidade, ressuscitar o saudoso não é tarefa fácil. 

Da redação do Diário do Sertão

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