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VÍDEO: Em Cajazeiras, sindicatos de docentes discutem maneiras de combater as reformas do governo Temer

Segundo os professores, o atual governo está atacando violentamente os direitos sociais e a educação pública básica e superior do país

Por Jocivan Pinheiro

27/11/2017 às 16h58 • atualizado em 27/11/2017 às 16h59

O Centro de Formação de Professores (CFP) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), no campus de Cajazeiras, sediou neste final de semana o 5º Encontro da Regional Nordeste II do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior – ANDES-SN.

O encontro foi uma excelente oportunidade para que docentes debatessem sobre os desafios da atualidade, as consequências das reformas do Governo Temer e as mudanças na educação pública.

Segundo os professores, o atual governo está atacando violentamente os direitos sociais e a educação pública básica e superior do país.

O presidente da Associação dos Docentes Universitários de Cajazeiras [ADUC], Alexandre Joca, avaliou o Encontro Regional de forma positiva.

“As preocupações são de âmbito nacional. A pauta que nós temos aqui em Cajazeiras é a pauta que todas as universidades têm nas outras cidades, que é o desafio de garantir uma educação pública de qualidade e que as universidades estejam abertas para a população”, frisou.

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Membros dos sindicatos se reuniram no auditório do CFP em Cajazeiras

O professor Josevaldo Cunha, vice-presidente da Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (ADUERN), discutiu na reunião os impactos da Reforma da Previdência na vida dos docentes.

“Se a gente não reverter isso, como vamos ficar? Então temos todas as preocupações do mundo com essa prioridade que o atual governo tem dado no sentido de intensificar o ataque à educação e ampliar os cortes”, disse.

A professora Mariana Moreira, do campus da UFCG de Cajazeiras, ressaltou que o Encontro Regional demonstra que os docentes universitários estão extremamente preocupados com as reformas do governo Temer.

“Essas reformas vão afetar todos os trabalhadores. Saúde e educação são sempre vistos como responsáveis pela crise. Então é cortes de salários, de gratificações e, sobretudo, cortes de direitos.”

DIÁRIO DO SERTÃO

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