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Governo prorroga inscrições de professores para programa de correção da distorção idade

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Educação (SEE), prorrogou as inscrições para os professores interessados em participar do programa de correção da distorção idade/ano dos anos finais do Ensino Fundamental. Os professores efetivos e prestadores de serviço da rede estadual de ensino podem se inscrever até o dia 19 de […]

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14/03/2014 às 15h53

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Educação (SEE), prorrogou as inscrições para os professores interessados em participar do programa de correção da distorção idade/ano dos anos finais do Ensino Fundamental. Os professores efetivos e prestadores de serviço da rede estadual de ensino podem se inscrever até o dia 19 de março acessando o endereço http://www.sec.pb.gov.br/consulta/geeif.php.

São 1.479 vagas para professores orientadores das turmas do programa, que funcionará em 438 escolas e atenderá um total de 44 mil alunos com distorção idade/ano. Após o período de inscrição, será divulgada a data do início da formação dos professores inscritos.

O programa de correção da distorção idade/ano é voltado para alunos de 13 a 17 anos que estejam cursando os últimos anos do Ensino Fundamental. “Esse projeto é uma das novidades que temos para este ano. Trata-se de uma correção de fluxo para estudantes de 13 a 17 anos que ainda estão no Ensino Fundamental e acontece nos moldes do Telecurso, realizado em parceria com a Fundação Roberto Marinho”, explicou a secretária de Estado da Educação, Márcia Lucena.

De acordo com a gerente de Educação Infantil e Ensino Fundamental da SEE, Aparecida Uchôa, o programa surgiu no Ministério da Educação (MEC) devido ao grande índice de distorção idade/ano detectado em todo o país, nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio. “Esses alunos ficaram muito tempo detidos no 6º e 7º anos do Ensino Fundamental, então, diante desse desafio, o programa foi lançado nacionalmente em parceria com a Fundação Roberto Marinho, numa ação partilhada por meio do PAR (Plano de Ação Articulada) com financiamento do FNDE, para os Estados que apontavam uma distorção idade/ano muito grande, sendo a Paraíba um deles”, relatou a gerente.

Segundo Aparecida Uchôa, o MEC financiará por meio do PAR todos os equipamentos, mobiliário e material pedagógico, enquanto os estados entram com a formação de professores, monitoramento e as reuniões técnicas. As aulas serão ministradas por meio de teleaulas e terão acompanhamento de um professor orientador de estudos. “Trata-se de um Telecurso, porém, totalmente diferente do que passa na TV e é conhecido pelo público. São teleaulas com um material voltado especificamente para a juventude, assim como o material de pesquisa, produzido de acordo com cada estado”, disse a gerente.

Da secom 

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