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Estudos afirmam que sexo aumenta a inteligência; frequência sexual do brasileiro é de apenas 3 vezes por semana

Estudos mostraram que ato sexual é capaz de criar neurônios

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

10/06/2016 às 13h03 • atualizado em 10/06/2016 às 13h07

Fazer sexo ainda tem um efeito positivo para o psicológico de quem o pratica, diz o preparador físico (Imagem: Ilustrativa)

Sexo é uma fonte de prazer, faz bem ao corpo, à saúde e à qualidade de vida e pode até ajudar a perder peso. Além de todos esses benefícios, fazer sexo pode também aumentar a inteligência e a memória. É o que diz uma pesquisa realizada por neurocientistas da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos.

De acordo com os estudos, que foram feitos em ratos, o ato sexual é capaz de criar neurônios e gerar massa cerebral. Isso acontece principalmente no hipocampo, que é a área responsável pela memória a longo prazo. “Mesmo se não tivesse ocorrido a produção de novos neurônios, as habilidades cognitivas adquiridas durante o experimento diminuíam uma vez que submetidos a longos períodos sem atividade sexual”, explicaram os pesquisadores em entrevista ao Dayli Mail, da Inglaterra.

Eles disseram ainda que fatores como estresse fazem com que haja um encolhimento do hipocampo e o sexo pode agir de forma a contrariar esse efeito. Além disso, aatividade sexual aumenta a concentração de oxigênio no cérebro. “Os níveis do hormônio ocitocina aumentam cerca de 500% durante o sexo, fazendo com que nos sintamos relaxados e melhorando o sono”, disse também ao Daily Mail a especialista em relacionamento Tracey Cox.

Uma outra pesquisa, realizada pela Konkuk University, na Coreia do Sul, apresentou uma resultado parecido. Nesse caso, a análise foi feita com alguns casais de pessoas mais velhas. A conclusão foi que os que tinham uma vida sexual ativa tinham também uma capacidade cognitiva maior e, portanto, menos chance de desenvolver demência.

Frequência

A frequência sexual dos brasileiros é de, em média, 2,9 relações por semana. Mas, se pudessem, homens e mulheres gostariam que esse número fosse quase o dobro: a expectativa média é de 5,5 relações por semana. Ainda de acordo com a pesquisa Mosaico 2.0, os homens têm mais relações sexuais semanais do que as mulheres: 3,15 contra 2,65. As expectativas também são mais altas na ala masculina: homens gostariam de ter em média 6,48 relações por semana e elas, 4,58.

Apesar dos resultados, Carmita Abdo, responsável pela pesquisa e coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, afirma que a frequência sexual está diretamente relacionada com a faixa etária e estado civil das pessoas. Entre os jovens, por exemplo, essa frequência pode ser ainda menor, não por falta de vontade e nem de tempo, mas pela ausência de um local adequado ou das condições econômicas necessárias. Já os adultos em relações estáveis têm o lugar e a vontade, mas podem desanimar por causa excesso de trabalho, preocupações com o orçamento doméstico e os filhos. Já na terceira idade, as principais dificuldades estão relacionadas ao envelhecimento.

O levantamento, que é uma atualização da pesquisa Mosaico Brasil, realizada em 2008, revelou ainda que 9% dos brasileiros entre 18 e 70 anos não fazem sexo: 7% são mulheres e 2% homens.

Número de parceiros

O estudo mostrou que os homens têm mais parceiros sexuais do que as mulheres. Questionados sobre o número de parceiros nos últimos 12 meses, os homens relataram ter tido em média 2,12 parceiros e as mulheres, 1,27.

Enquanto 2,9% dos homens disseram ter feito sexo com cinco pessoas no último ano, isso aconteceu com apenas 0,9% das mulheres. De acordo com Carmita, houve uma mudança perceptível no comportamento das mulheres comparação com 2008. No levantamento atual, 57,1% das mulheres disseram que fariam sexo com alguém só por atração, contra 43% em 2008. No caso dos homens, 76,4% fizeram essa afirmação.
Início da vida sexual

A idade média de início da vida sexual é 16,97 anos para os homens e 18,48 para as mulheres. A iniciação sexual antes dos 14 anos foi relatada por 13,6% dos entrevistados. Por outro lado, 4,5% das pessoas tiveram a primeira relação sexual entre 25 e 35 anos.

Quanto ao parceiro, a maioria das mulheres (75,5%) disse ter iniciado a vida sexual com um namorado. Entre os homens, apenas 40,8% afirmaram o mesmo.

Sobre expectativas, a primeira vez foi mais frustrante para as mulheres do que para os homens. Para 47,8% das mulheres, a primeira relação sexual foi pior do que imaginavam ou foi muito ruim. O mesmo vale para 25,5% dos homens. Já para 22,4% deles o acontecimento foi melhor do que esperavam. O mesmo aconteceu para 9,9% delas.

Principais preocupações

A principal preocupação dos homens em relação ao sexo é não satisfazer a parceira. Já para as mulheres, é pegar uma doença sexualmente transmissível (DST) – a segunda maior preocupação masculina. O grande problema é que, apesar disso, o uso do preservativo – única forma de prevenção – ainda é frequentemente negligenciado: apenas 27,9% dos participantes afirmou usar preservativo em todas as relações.

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