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Transexual, a ‘crucificada’ da Parada Gay de, teria apanhado de cinco homens e relata agressão: ‘Estou em choque’

Viviany Belaboni relata agressão em São Paulo: 'Estou em choque'

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

13/07/2016 às 08h49

Viviany Belaboni afirma ter sido agredida (Foto: Reprodução)

Viviany Beleboni – a modelo transexual que ficou conhecida depois da performance que fez na Parada Gay de 2015, quando foi “crucificada” – afirma ter sido agredida no fim da tarde desta segunda-feira, 11, no Centro de São Paulo. Ela teria apanhado de cinco homens, que também a xingaram.

“Não quero mídia, não quero nada disso. Estou em estado de choque, minha depressão e síndrome do pânico voltaram”, disse Viviany.

Sabrina Reis, que divide um apartamento na capital paulista com a modelo, contou ao EGO que a amiga saiu de casa para ir a um supermercado na Avenida Brigadeiro Luís Antônio e que ao deixar o local foi cercada por um grupo de homens.

“Ela está em choque, muito abalada, e não consegue falar nada. Está muito machucada e chora o tempo todo. Ficou com dois dentes moles, fora os ferimentos todos. Me contou que percebeu que alguns homens estavam olhando para ela na rua e que por isso apressou o passo, mas eles foram atrás. Começaram a xingá-la, a chamaram de traveco, diziam que ela tinha que morrer, que não era de Deus. Tudo que nos dizem sempre. Bateram muito nela. A sorte foi que um casal a socorreu. Eles queriam levar a Viviany para um hospital, mas ela preferiu pegar um táxi e veio para casa.

Uns amigos médicos vieram aqui e fizeram curativos”, disse Sabrina.

“Viviany não quis ir ao hospital porque teria que fazer um boletim de ocorrência, e ela não quer. Porque está descrente, não acredita em mais nada. Da outra vez que foi agredida, nada aconteceu. E ainda ficam falando que ela quer se aproveitar para aparecer na mídia”, afirmou Sabrina. Viviany, segundo a colega, vai sair de São Paulo por uns dias. “Ela quer se recuperar longe daqui”, explicou Sabrina. “Isso tudo começou a acontecer depois da performance na Parada Gay. Viviany passou a ser perseguida e a receber ameaças. É a cristofobia”, lamentou.

Em agosto de 2015, a modelo afirmou ter sido esfaqueada em São Paulo. Por ter aparecido “crucificada” na Para Gay do mesmo ano, ela foi processada por associação de igrejas evangélicas. Por falta de provas, o depoimento dela será remarcado.

EGO

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