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Evangélico e eliminado do BBB, Manoel diz que seu legado foi falar de Deus na casa

Gêmeo deixou a competição considerando a escolha do público como uma providência divina.

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

22/02/2017 às 08h16

Manoel do BBB 17 (Foto: Roberto Teixeira / EGO)

O paredão encerrou mais uma participação no “BBB 17”. Com 57,45% dos votos, Manoel Rafaski cruzou a porta da casa a caminho da vida real. Indicado pelo líder Pedro, o irmão gêmeo de Antônio recebeu críticas do público por causa de seu relacionamento com Vivian e postura às vezes considerada apática. Fora do jogo, ele conversou com a imprensa nos Estúdios Globo e se mostrou resignado.

Muito espiritualizado, Manoel acredita que sua falta de sorte nas provas tenha sido vontade divina e a religião tenha sido seu legado deixado durante o “BBB 17”. “O ponto alto foi falar de Deus e o que ele fez na minha vida, além de ter sido eu mesmo. Não vejo como se eu tivesse perdido. Deus sabe de cada coisa. Se eu saí é porque Ele tinha um propósito aqui fora”, contou o brother.

Sem se envolver com ninguém há meses antes do programa, Manoel acabou se encantando com Vivian e perdendo o rumo por conta do relacionamento. E ele mesmo admite a falta de estratégia e foco: “Não estava ligando muito para o jogo, estava ligando mais para o que estava vivendo com ela. Vivian não é víbora. E sobre ter sido chamado de âncora nos pés dela, falar até papagaio fala. Pelo que conheci ela de verdade, não foi assim”.

Mesmo sendo o “gêmeo bom”, Manoel teve seu momento de explosão durante uma briga com Marcos por conta das brincadeiras do Monstro na segunda semana. Na ocasião, ele chamou o médico de “viado” e “viado enrustido”, mas disse à imprensa que não é homofóbico. “Foi o momento em que eu surtei. Meus colegas usam essa gíria, mas não significa que eu ache isso dele. Me arrependo de ter surtado dessa forma. Me arrependo disso e mais nada”.

Nas redes sociais e em um VT da edição, o capixaba foi chamado de Tonho da Lua, personagem de Marcos Frota na novela “Mulheres de Areia”, de 1993, por seu jeito meio perdidão de ser. Fora da casa, ele perguntou aos jornalistas quem era o personagem e, aos risos, resumiu em um pensamento bem “Manoel” o que achou da brincadeira: “De boa. Só os loucos sabem”.

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