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Sophie Charlotte amamenta Otto e já planeja segundo filho: ‘Quem sabe ano que vem?’

A atriz conta que conseguiu amamentar exclusivamente até os seis meses de vida do filho e que iniciou aos poucos a introdução alimentar.

Por Priscila Belmont

30/03/2017 às 17h39

Sophie optou por um parto humanizado em casa e revela que sofreu preconceito até de família.

Sophie Charlotte concedeu uma entrevista ao blog “Mães de peito”, da jornalista Giovanna Balogh, e falou da experiência de amamentar o filho Otto, de 1 ano. “A sensação que eu tive foi de ter feito isso a vida inteira. A minha obstetra me ensinou muito”, diz ela, que é casada com o ator Daniel de Oliveira, pai da criança.

A atriz conta que conseguiu amamentar exclusivamente até os seis meses de vida do filho e que iniciou aos poucos a introdução alimentar. Na entrevista, ela ainda revela que já planeja um irmãozinho para Otto. “Quem sabe no ano que vem”, entrega a atriz, que volta ao ar em abril na supersérie das 23h, “Os dias eram assim”.

Sophie optou por um parto humanizado em casa e revela que sofreu preconceito até de dentro da própria família. Ela conta que somente a mãe dela e a sogra sabiam da decisão.

“Depois do parto já realizado, uma parte da família me achou irresponsável pela minha escolha de parto domiciliar, mas sei que foi a escolha mais acertada da minha vida. Essa e o meu casamento Foi fundamental ter o Daniel ao meu lado escolhendo esse parto junto comigo e pronto para tudo ao meu lado”, explicou.

A atriz conta que ela e Daniel também nasceram de partos naturais e que, por isso, acreditava que esse histórico iria ajudar na sua decisão. Sophie também revela que o marido participou do parto e explica a decisão de não ter o filho no hospital:

“Ir a um espaço totalmente estranho para o meu corpo no meio das contrações não fazia sentido. O hospital e todas as pessoas que trabalham lá estariam observando ou escutando esse momento que para mim seria (e foi) o mais íntimo e fisiológico da minha vida. Queria garantir que Otto nascesse numa temperatura compatível com o momento, não fosse aspirado, separado de mim, injetado com vitamina K… Não queria colírio nos olhos, luz fria, banho imediatamente. Enfim, uma séria de intervenções que não desejava nos primeiros momentos de vida do meu filho”.

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