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Quer inovar na hora do sexo? Confira 8 mitos sobre o sexo anal esclarecidos

Como a prática é considerada um tabu, é natural que as pessoas tenham dúvidas sobre o assunto. Porém, experimentar o sexo anal sem entender o que está fazendo pode tornar a experiência desagradável e até dolorosa

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

15/09/2017 às 08h33

Com medo de constrangimento, mulheres costumam demorar para avisar quando parceiro tem ataque cardíaco (Foto: shutterstock)

Ainda hoje, assuntos relativos ao sexo são considerados tabu. Por essa razão, muitas práticas são cercadas de mitos que se espalham de pessoa para pessoa e acabam virando senso comum. Apesar de isso afetar temas sexuais como um todo, talvez o tópico que as pessoas – tanto homens quanto mulheres – têm mais vergonha e medo de abordar seja o sexo anal.

De acordo com uma pesquisa recente, apenas 37% das mulheres afirma praticar sexo anal regularmente, estatística que pode ser motivada pelos mitos e preconceitos que rodeiam a prática. Esclarecer esses mitos, porém, é importante para que as pessoas que têm vontade não se sintam erradas em experimentar e para que elas façam tudo de forma segura. Confira oito coisas que as pessoas costumam relacionar a esse ato sexual, mas que, segundo especialistas, não são verdadeiras:

1. Sexo oral não é prazeroso para mulheres
Você provavelmente já ouviu dizer que mulheres que praticam esse ato o fazem única e exclusivamente para satisfazer os parceiros, e não por sentirem prazer nisso já que não têm a próstata (responsável pelo prazer que homens sentem durante o anal). Além de essa ideia rebaixar a mulher a alguém que está ali apenas para atender às vontades alheias e que a vontade de fazer anal nunca partiria dela, também não faz sentido.

De acordo com Alicia Sinclair, CEO da marca de produtos eróticos anais b-Vibe que foi consultada pela “Cosmopolitan”, da mesma forma que diversas outras zonas erógenas – ou seja, partes do corpo que provocam excitação quando estimuladas – como a boca, o clitóris, os mamilos e o pescoço, a região anal (principalmente a parte externa) é cheia de terminações nervosas, tornando-a sensível ao toque e a outros tipos de estímulos.

2. A prática precisa obrigatoriamente envolver penetração
Errado. Levando em consideração que tanto a entrada do ânus quanto o períneo – trecho de pele que fica entre a região anal e o pênis ou a vagina – provocam prazer intenso quando estimuladas, há diversos tipos de toques a se experimentar, como o famoso beijo-grego , estimulação com brinquedos eróticos ou apenas com os dedos.

3. Homens heterossexuais não podem curtir anal
Bom, independente da orientação sexual da pessoa, todos os homens têm um ânus, e todos eles têm as terminações nervosas que tornam a região uma zona erógena. Além disso, a menos que o homem tenha passado por algum procedimento para fazer a retirada do órgão, a próstata também existe em todos eles e é lá, cerca de quatro a cinco centímetros acima da entrada do ânus, que fica o ponto g masculino.

Sendo assim, tanto o toque da entrada do ânus e do períneo quanto a penetração (com dedos e brinquedos) para estimular a próstata pode ser algo tão prazeroso como beijos no pescoço, mordidinhas no lóbulo da orelha e estimulação dos mamilos, independente da orientação sexual da pessoa.

4. Não precisa de camisinha, pois sexo anal não engravida
Realmente, o ânus não tem ligação nenhuma com o útero, tornando a fecundação por sexo anal possível apenas se houver muita “bagunça” e o sêmen acabar entrando na vagina, mas a camisinha não é feita apenas para prevenir gravidez. De acordo com a ginecologista Mariana Maldonado, esse é o único método contraceptivo que protege os parceiros de doenças sexualmente transmissíveis.

Levando em consideração que durante a prática no anal pode haver pequenas fissuras na região e que o sêmen pode carregar doenças, a camisinha nunca deve ser deixada de lado durante o ato. Outra coisa que também nunca deve acontecer é a troca de orifícios sem que haja a troca do preservativo; sempre que o casal sentir que quer mudar do sexo anal para o vaginal ou oral, por exemplo, a camisinha deve ser substituída para que possíveis bactérias presentes em uma região não sejam transferidas para outra.

5. Vai doer
Esse possivelmente é um dos pensamentos que mais vêm em mente quando se pensa em sexo anal, mas ele não é necessariamente algo verdadeiro. De acordo com Alicia, especialista consultada pela “Cosmopolitan”, tudo depende da preparação, que engloba inclusive o estado mental da pessoa, principalmente se ela já tiver passado por alguma experiência desagradável com estimulação anal no passado, já que o corpo pode esperar algo igualmente ruim e se contrair.

Além de ser necessário que a pessoa esteja relaxada no momento do ato, ela também precisa estar devidamente lubrificada. Ao contrário da vagina, o ânus não se lubrifica sozinho quando a pessoa está excitada e precisa de uma ajudinha externa, ou seja, um bom lubrificante (sempre à base de água para não interferir na eficácia da camisinha) é fundamental.

Assim como acontece durante a primeira vez no sexo vaginal, a pressa é inimiga da perfeição. Querer começar o sexo anal sem dar atenção às preliminares e inserindo o pênis logo de cara, por exemplo, pode causar dor e fazer com que a experiência não seja nada agradável. De acordo com a sexóloga Carla Cecarello, o ideal é começar introduzindo um dedo ou brinquedo erótico. Para mulheres, ela aconselha estimular o clitóris ao mesmo tempo em que se penetra o ânus, ou com os dedos ou um vibrador.

É importante lembrar, porém, que a dor não deve ser tolerada: se você não estiver confortável com o que está fazendo, não precisa, de forma alguma, continuar

6. Sexo anal causa danos permanentes no corpo
Assim como muita gente acha que quanto mais sexo uma mulher fizer, mais “larga” fica a vagina, há quem pense que fazer anal causa mudanças permanentes na musculatura da região. Alicia explica que, sim, é possível se machucar durante o ato caso as pessoas estejam se forçando a fazer algo que não está confortável. A especialista afirma também que ter micro fissuras na região é comum, assim como é comum que isso ocorra durante o sexo vaginal, mas ressalta que o corpo se recupera rapidamente, nada de danos permanentes.

7. A melhor posição para começar é a de quatro
Ao pensar na prática do anal, muita gente acha que a única opção possível é aquela em que a pessoa que é penetrada fica de quatro, mas além de haver outras possibilidades, essa não é a melhor para quem está fazendo pela primeira vez. De acordo com Carla, essa posição deixa a abertura maior, tornando a penetração mais profunda, tanto no caso do ânus quanto da vagina. Sendo assim, é melhor deixar essa posição para quando houver mais experiência na área!

8. A experiência vai ser uma bagunça e vai fazer sujeira
Um dos maiores medos de quem pensa em fazer anal é o mito de que, antes do ato, é necessário fazer uma lavagem no intestino e no ânus para deixar tudo limpo e evitar que fezes escapem durante o sexo. De acordo com Carla, além de a lavagem não ser necessária, ela pode prejudicar as defesas naturais da mucosa. A dica dqa especialista é evitar alimentos muito gordurosos ou que soltem o intestino nas refeições anteriores ao ato, enquanto Alicia afirma que tentar fazer o número dois e tomar um banho antes de fazer sexo anal já basta para prevenir “acidentes” (que, segundo ela, são raros).

IG Delas

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