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Corpo de Marcelo Rezende é velado na Assembleia Legislativa e multidão presta últimas homenagens

Jornalista morreu no sábado vítima de falência múltipla dos órgãos em consequência de um câncer.

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

17/09/2017 às 11h42

Bacci chora ao lado do corpo do amigo (Foto: Leo Franco/AgNews)

Ocorpo do jornalista Marcelo Rezende é velado na manhã deste domingo (17) na Assembleia Legislativa de São Paulo. Ele morreu às 17h45 de sábado (16), em São Paulo, aos 65 anos, vítima de falência múltipla dos órgãos em consequência de um câncer, informou o Hospital Moriah.

O velório começou pouco antes das 10h com a presença de amigos e familiares. Eles levaram uma garrafa de vinho para homenagear o jornalista, que era amante de vinhos.
Mais tarde, foi liberada a entrada de fãs que já formavam uma fila ao lado de fora na expectativa de poder dar o último adeus ao jornalista. O sepultamento será realizado à tarde, no Cemitério de Congonhas, em cerimônia reservada à família.

Rezende foi diagnosticado no início do ano com câncer no pâncreas com metástase no fígado. Ele se afastou do comando do programa Cidade Alerta, da TV Record, para fazer o tratamento de quimioterapia. Ele estava internado no Hospital Moriah, na Zona Sul de São Paulo.

Filhos de Marcelo Rezende fazem brinde em homenagem ao pai, apaixonado por vinhos
(Foto: Amauri Nehn/Brazil News)

Em um vídeo postado no dia 3, Marcelo Rezende falou sobre os altos e baixos do tratamento contra o câncer. “O que eu tenho, a doença que eu tenho, o câncer que eu tenho, tem altos e baixos, é como uma montanha-russa. Uma hora eu to lá em cima, outra hora eu to lá embaixo. O mais importante é que eu estou firme e estar firme é aqui, onde a mente funciona. E eu estou firme para enfrentar os baixos, até chegar o momento em que o alto vai deslizar e aí a cura vai chegar. E eu tenho certeza dela porque Deus está comigo, Deus está contigo”, disse o jornalista.
Marcelo Luiz Rezende Fernandes nasceu no Rio de Janeiro, em 12 de novembro de 1951.

Começou sua carreira como repórter esportivo nos anos 70 do Jornal dos Sports. Trabalhou em O Globo, revista Placar e chegou à TV em 1987 para trabalhar na Globo. Entre os destaques está a cobertura do caso da operação da polícia na Favela Naval, em Diadema e a apresentação do programa Linha Direta. Trabalhou também na Band e Rede TV.
O jornalista deixa cinco filhos e dois netos.

G1

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