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Página do deputado Marco Feliciano na internet é hackeada por gays e vira zoação

Site passou a exibir cores do arco-íris e mensagem contra parlamentar.

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08/06/2015 às 08h30

Página de Marco Feliciano na internet foi hackeada neste domingo (7) (Foto: Reprodução)

O site do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) foi hackeado na tarde deste domingo (7). Ao abrir a página do parlamentar, apareciam as cores do arco-íris e uma mensagem contra ele.

Em 2013, o parlamentar envolveu-se em polêmicas ao assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados sob protestos, principalmente, de entidades que defendem os direitos dos homossexuais.

Por meio do microblog Twitter, ele disse estar "honrado" por ter sido escolhido "por essa turma". Na rede social, ele afirmou também que os hackers "destilam ódio e preconceito".

"Parabéns tbem aos hackers-gays financiados por ONGs que se alimentam dos cofres públicos, por destilarem sua intolerância e seu preconceito. […] Me sinto honrado de mais uma vez ter sido escolhido por esta turma, isso mostra q meu trabalho em proteger a família precisa continuar!", publicou o deputado em sua conta.

Neste domingo, na página do deputado, uma montagem com imagem semelhante à de Jesus foi publicada e o rosto do parlamentar estava em uma das mãos. Segundo mensagem publicada no site, o grupo "ProtoWave" foi o responsável por hacekar a página.

Ao abrir o site, paródia da música "I will survive" era executada e o logotipo das lojas "O Boticário", exibido. Na última semana, uma propaganda da marca sobre o Dia dos Namorados exibiu casais gays, o que gerou repercussão nas redes sociais.

Pastor da igreja Assembleia de Deus, Marco Feliciano causou polêmica em 2011, quando publicou declarações em seu Twitter sobre africanos e homossexuais.

"Sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids, fome… Etc", escreveu o deputado na ocasião. Ele também havia publicado na rede social que "a podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime e à rejeição".

G1

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