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Policial dá detalhes do caso de cajazeirense que foi queimado vivo por colega – VÍDEO

Cabo Jordiel Miranda foi um dos primeiros policiais a atenderem a ocorrência e até hoje se impressiona com a crueldade do caso

Por Jocivan Pinheiro

26/09/2016 às 16h29 • atualizado em 26/09/2016 às 16h32

Na semana em que o 6º Batalhão da Polícia Militar em Cajazeiras completou 25 anos de fundação, o programa Interview, da TV Diário do Sertão, recebeu um policial que já tem quase 20 anos de serviços prestados à sociedade e muita história boa para contar.

O cabo Jordiel Miranda é de família humilde que sempre primou pela educação dos filhos. Desde jovem, aprendeu a amar o trabalho militar por conhecer policiais que se destacavam no seu bairro, e assim sonhava em ser policial.

O futebol era outra paixão. Aos 18 anos, começou a jogar profissionalmente no Atlético de Cajazeiras. Porém, uma contusão séria o fez ficar fora dos gramados. O detalhe é que mesmo jogando futebol, ele continuava estudando para ser PM, até que apareceu um concurso e ele passou.

Jordiel tem 17 anos de farda. Nesse período, algumas ocorrências trágicas marcaram sua vida. Uma delas foi a morte do jovem Roberto dos Santos Pereira (32), assassinado dentro de casa, em abril de 2015, com golpes de faca por um companheiro de trabalho, que em seguida ateou fogo no corpo da vítima.

Jordiel foi um dos primeiros policiais a atenderem a ocorrência e até hoje se impressiona com a crueldade do caso. Na entrevista, ele dá mais detalhes sobre essa tragédia que abalou Cajazeiras.

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