Entrevistas
12/11/2013 às 19h51 • atualizado em 27/11/2016 às 10h47

Cajazeirense, coordenador da UFCG de Sousa fala sobre profissão, família e caminhada na Igreja Católica

O professor disse que começou a ensinar com 16 anos de idade e nunca parou, completando já 20 anos na docência. ¨Quis ser padre na juventude¨

O professor e coordenador do curso de Direito da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Campus de Sousa, Iarley Pereira foi o entrevistado do Interview da Tv Diário do Sertão desta terça-feira (12).

Nascido em Cajazeiras, o professor contou um pouco da sua vida e da trajetória do seu pai, que é agricultor, da cidade de Cachoeira dos Índios. Já sua mãe é professora, sendo inspiraçaõ para o seu futuro.

Iarley falou sobre sua infância em Cajazeiras e revelou que sua adolescência foi marcada pela oração, pois optou por uma comunidade católica, onde entrou aos 13 anos e permance até hoje.

Ele disse que começou a ensinar com 16 anos de idade e nunca parou, completando já 20 anos na docência.

Ufcg
Iarley começou na UFCG no início deste ano, e conseguiu o cargo de coordenador com apenas sete meses de trabalho na instituição de ensino. “Passei no concurso que tinha apenas uma vaga”

O coordenador revelou que na adolescência teve muita vontade de entrar no seminário e se tornar padre, mas acabou entrando na comunidade, onde conheceu sua esposa com quem tem quatro filhos.

“É um desafio criar os filhos. Educo meus filhos nos princípios católicos, mas não digo que eles têm que seguir a orientação do catolicismo. Eles são livres para esocler”. Disse Iarley.

Comunidade
Ele informou que a comunidade é aberta para todos, inclusive para crianças a partir dos dois anos de idade. “É aberta para todos. Sou o fundador da comunidade e temos vagas para quem quiser seguir uma vida de oração”.

Juventude
Iarley informou que exite o projeto “Juventude que Adora” voltado para evangelizar a juventude. “Nesse sábado (16) temos um show ao vivo no Leblon com Nilton Júnior,  e no domingo (17) temos palestras e outras atividades na CDL”.

DIÁRIO DO SERTÃO

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