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Professor universitário diz ter sido convidado para ir para Portugal, descarta voltar a política e diz: "amo Cajazeiras"

O historiador falou ainda sobre a polêmica da data do aniversário da cidade e sugeriu que haja duas comemorações.

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28/08/2013 às 05h21

O professor, historiador e empresário cajazeirense José Antônio de Albuquerque concedeu entrevista nesta terça-feira (27) na TV Diário do Sertão. Na ocasião, o empresário, dono do sistema de comunicação Alto Piranhas falou sobre a rádio e revelou uma paixão especial pelo impresso semanal Gazeta do Ato Piranhas. “Prefiro a palavra escrita porque fica. A palavra falada vai”, disse.

Trajetória
José Antônio é natural de Cajazeiras, mais precisamente da zona rural de Boqueirão. O professor contou que se criou ajudando a família que era proprietária de uma bodega. As oito anos, José Antônio veio com toda a família morar na zona urbana, pois seu pai tinha a visão de educar os filhos.

Em Cajazeiras, José Antônio estudou no Salesiano e com o Monsenhor Vicente Freitas, a quem disse que deve muito de sua educação.

José Antônio, até hoje casado com dona Antonieta, conheceu a esposa durante um curso e ofereceu-lhe um emprego onde a professora iria dar aulas em Cajazeiras. Antonieta acabou aceitando a oferta e os dois se apaixonaram. “Eu tive que acabar um namoro, ela acabou o noivado, noivamos e casamos, tudo dentro de 30 dias”, disse.

Graduado em história, o professor José Antônio foi vice-diretor do Colégio Estadual, dava aulas no Polivalente e na Faculdade de Filosofia em Cajazeiras.

O professor relatou que já deveria ter se aposentado há 14 anos, mas, não saiu porque gosta do campus da UFCG daqui e da sala de aula. “Os meus colegas gostam de ouvir minha opinião”, disse.

Política
Na década de 70, José Antônio, graças a credibilidade de seu pai foi eleito vereador de Cajazeiras. Na época, o professor dispensou uma bolsa de estudos para mestrado em Portugal e tirou quase mil votos dizendo que era filho de Arcanjo. Além de vereador, José Antônio acabou se tornando presidente da Câmara Municipal.

José Antônio não quis mais se candidatar, pois disse que se decepcionou com a política. Com relação aos protestos, José Antônio disse que esteve presente em todos e que é totalmente a favor.

Para José Antônio, Chico Rolim foi o melhor prefeito que Cajazeiras já teve.

Polêmica
O professor José Antônio falou ainda sobre a emancipação política de Cajazeiras, que segundo ele ocorreu no dia 23 de novembro, porém, disse que o dia 22 de agosto deve ser celebrado com mais pompa do que já é, devido ao cidadão que foi a mola percursora para o desenvolvimento de Cajazeiras, Padre Rolim.

O historiador falou ainda sobre uma possível beatificação do Padre Rolim e disse que para isso, é preciso encontrar os restos mortais do padre. “Em minha opinião, o bispo devia mandar cavar os dois lados do altar da igreja Nossa Senhora de Fátima para encontrar o corpo do Padre Rolim e trazer peritos para provar que é mesmo o padre, afinal outros corpos foram enterrados naquele local”, disse.

Para o professor, o dia 23 de novembro devia ser um momento para lembrar a história de Cajazeiras e citar os outros nomes que ajudaram a construir a cidade.

Veja a entrevista completa!

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