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Com bom histórico na primeira fase da Série D, Sousa agora confia no acesso

Nas outras três vezes em que disputou a competição nacional, Dinossauro conseguiu passar da primeira fase. Diretoria e está confiante em levar o clube à Série C de 2017

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

09/06/2016 às 13h56

Técnico do Sousa na Série D, Tazinho (à dir.) tem a missão de levar o Dino à Série C 2017 (Foto: Reprodução / TV Paraíba)

O Sousa vai iniciar no próximo domingo a sua oitava campanha em competições nacionais. Desde que foi fundado, em 1991, o Dinossauro disputou três edições da Série D do Brasileiro e quatro da Copa do Brasil. E, após ter terminado o Campeonato Paraibano deste ano na terceira colocação geral, o Alviverde se credenciou para representar o Estado (ao lado do Campinense) na quarta divisão do futebol nacional mais uma vez. Nas outras três oportunidades em que disputou essa competição, o clube sertanejo sempre conseguiu passar da primeira fase. E o bom histórico faz o a diretoria e a comissão técnica sonharem mais alto agora: a meta é conquistar o acesso para a Série C de 2017.

O presidente do clube, Aldeone Abrantes, e o técnico do time, Tazinho, relembram as campanhas anteriores, somadas à dedicação do elenco atual, para acreditar que, desta vez, o acesso é uma realidade possível. O fato de nunca ter sido eliminado na primeira fase dá aos dirigentes e membros da comissão técnica uma dose a mais de otimismo para confiar no acesso neste ano. Para conseguir atingir essa meta, o Sousa vai ter pela frente, na fase de grupos, os potiguares do Globo FC, os baianos do Galícia e os pernambucanos do América.

A primeira participação do Sousa em campeonatos brasileiros foi em 1994. A equipe sertaneja esteve no Grupo 1 da Série D daquele ano e enfrentou na primeira fase o ABC e o já extinto América-PB.

O Dinossauro fez uma campanha razoável e terminou a fase na vice-liderança da chave, com 4 pontos. No mata-mata da segunda fase, no entanto, não foi páreo para o CSA de Alagoas e foi derrotado nas duas partidas (4 a 0 no Marizão e 3 a 1 no Rei Pelé).

No ano seguinte, o Sousa voltou a disputar a Série D e se saiu um pouco melhor: foi líder do grupo na primeira fase, passou pelo mata-mata na segunda e ainda conseguiu um empate na terceira.

Na fase de grupos, enfrentou Icasa e Ypiranga-PE e avançou na liderança da chave. Na segunda fase, encontrou novamente o CSA, o algoz do ano anterior e, desta vez, deu o troco. Empatou por 0 a 0 em casa e venceu por 2 a 1 fora, eliminando os alagoanos. A queda só veio na terceira fase, diante do Icasa, quando perdeu por 1 a 0 em Juazeiro do Norte e empatou por 1 a 1 em Sousa.

Depois das participações em 1994 e 1995, o Sousa só voltou a disputar uma Campeonato Brasileiro da Série D 17 anos depois, em 2012. E foi justamente em sua última participação que o Dinossauro chegou mais perto do acesso à Série C. A campanha nem chegou a ser tão melhor que as anteriores, mas, por conta da quantidade menor de clubes participantes e do formato de disputa da competição, o Alviverde ficou a apenas dois jogos de conseguir o acesso.

O time sertanejo terminou a primeira fase na vice-liderança do Grupo 4, superando Feirense, Itabaiana-SE e Vitória da Conquista, ficando atrás somente do CSA. Com isso, chegou às oitavas de final para encarar o Baraúnas. Se avançasse, iria para os dois jogos que valiam o acesso contra o Campinense, pelas quartas. Entretanto, o Dinossauro não repetiu as boas atuações da primeira fase e foi eliminado pelo time potiguar, após duas derrotas (1 a 0 no Marizão e 2 a 0 no Nogueirão).

Nesta temporada, o Sousa chega novamente à Série D do Brasileiro e, desta vez, com a esperança renovada para buscar o principal objetivo do ano: conseguir o acesso para a Série C e garantir um calendário completo para 2017. Para o presidente do clube, Aldeone Abrantes, o momento é este e o Dinossauro chega preparado para conseguir o feito.

– Estamos sonhando com o acesso, mas sabemos que tem que ser uma coisa de cada vez. Vamos passar de fase e depois é mata-mata. Os times estão nivelados e acredito que temos totais condições de subir – avaliou o dirigente.

Com a missão de comandar a equipe dentro das quatro linhas, o treinador Tazinho ressalta a confiança do presidente, afirma acreditar na equipe, mas lembra que a competição deste ano promete trazer dificuldades.

– É claro que sabemos do histórico do time na competição e isso pesa. Entramos com o intuito de subir, mas sabemos que para isso acontecer vamos precisar dar um algo mais – declarou o técnico alviverde.

Na sua curta trajetória em campeonatos brasileiros, o Sousa já disputou 24 partidas, tendo acumulado nove vitórias, seis empates e nove derrotas. O time paraibano jamais venceu uma jogo por mais de dois de diferença. Por outro lado, foi derrotado por 4 a 0 para o CSA, maior goleada sofrida na competição nacional.

Além das três participações na Série do Campeonato Brasileiro, o Sousa entrou em campo em quatro edições da Copa do Brasil. Apesar de jamais vencido ou avançado de fase nessa competição, o clube protagonizou jogos equilibrados com equipes tradicionais do país.

As partidas mais emblemáticas ocorreram em 1995, quando o Dinossauro encarou o Flamengo – que à época tinha Romário como grande estrela do time – e vendeu caro a classificação ao clube carioca. Depois de perder por 1 a 0 em João Pessoa, voltou a perder pelo mesmo placar no jogo da volta, no Rio de Janeiro.

Em números gerais, são seis jogos na competição nacional, com cinco derrotas (para Flamengo (duas vezes), Vasco, Vitória e Coritiba) e um empate (0 a 0 contra o Vasco).

GE

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