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Jogadores da Seleção vão olhar para Tite de maneira diferente, diz jornalista

Carlos Eduardo Eboli, da rádio CBN, elogia lado "estudioso" de Tite e prevê conversa em outro nível com jogadores em comparação com o antecessor Dunga

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

22/06/2016 às 08h01 • atualizado em 22/06/2016 às 10h24

Tite foi apresentado como novo técnico da seleção brasileira na última segunda-feira (Foto: EFE)

A troca de Dunga por Tite terá uma mudança significativa no relacionamento dos jogadores da seleção brasileira com seu comandante. Essa é a opinião do jornalista Carlos Eduardo Eboli, da rádio CBN, que comentou a troca de comando do Brasil em participação no “Redação SporTV”. Para o comentarista, após a eliminação na primeira fase da Copa América, a CBF deu a primeira resposta ao trocar o treinador e, agora, os jogadores precisam fazer a parte deles.

– Gosto dos valores do Tite, da visão dele sobre futebol. Inegavelmente, na minha opinião, é o melhor técnico do país, está à frente dos outros, é muito estudioso, e acho que a conversa do Tite com os jogadores vai ser num nível diferente, os jogadores vão olhar para o Tite de maneira diferente e isso que espero. O Tite já é uma resposta nova, uma resposta diferente para a seleção brasileira. Agora os jogadores também vão ter que responder de maneira diferente porque serão treinados pelo melhor. Não tem mais a desculpa de “estamos olhando para o banco e vendo um estagiário… olhando para o banco e vendo um motivador, um cara rancoroso, um cara que não está preparado”. Não tem mais isso. Acabou o Dunga, agora é o Tite – disse.

Para Eboli, o nome de Tite como técnico da seleção é quase unanimidade, o que não garante “vida fácil” para o treinador, que tem as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia, como primeiro compromisso. Na opinião do jornalista, a primeira dificuldade está relacionada ao tempo de trabalho, considerando que o ex-treinador do Corinthians tem toda a carreira com experiências em clubes – o contato do treinador com os jogadores é mais limitado no caso da Seleção.

– O Tite sabe que o tempo é inimigo do técnico da Seleção. Ele já vai começar com um jogo contra o Equador na altitude (2 de setembro), vai ter pouco tempo para treinar a equipe, para estar com jogadores, e inclusive disse que vai conversar com outros técnicos justamente para entender mais facilmente a característica de cada jogador, afim de encaixá-los da melhor maneira e acelerar esse processo. Ele sabe que está correndo contra o tempo, disse que vai ter que se adaptar a essa nova realidade. Uma coisa é o convívio do dia a dia, outra é o convívio no aeroporto, treinando um dia e depois jogando, de mês em mês, como é a rotina da seleção – considerou.

Tite estreia diante do Equador, dia 2 de setembro, fora de casa. Logo depois, dia 6, recebe a Colômbia, na Arena Amazônia, adversário que pretende observar já nesta quarta-feira, quando os colombianos enfrentam o Chile na semifinal da Copa América.

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