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Aplaudido no Maracanã, Márcio Araújo diz: “Ontem, eu era o pior jogador do mundo”

Volante do Flamengo foi exaltado pela torcida mais de uma vez na vitória por 3 a 1 sobre a Universidad Católica, no Maracanã, pela Libertadores.

Por Priscila Belmont

04/05/2017 às 16h00 • atualizado em 04/05/2017 às 10h47

Márcio Araújo foi quem mais roubou bolas no Flamengo: três (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

O volante Márcio Araújo, ao lado de Guerrero, foi um dos destaques do Flamengo na vitória por 3 a 1 sobre a Universidad Católica. Três roubadas de bola, quatro desarmes, uma falta cometida e 42 de 42 passes certos. Esses foram os números do jogador, que desabafou no fim da partida válida pela quinta rodada da fase de grupos da Libertadores. Aplaudido pela torcida no Maracanã mais de uma vez, Márcio Araújo prefere não se apegar à festa, já que já teve de conviver com críticas em vários momentos no Rubro-Negro.

– O mais importante é a vitória, sem focar em um jogador ou outro. Quando vamos mal, as críticas são pesadas. O reconhecimento passa. Temos de nos acostumar com vitórias, não ficar em uma coisa só, mas no resultado. Muito mais importante do que a atuação do Guerrero e a minha, é a vitória. Falamos de grupo, e grupo vence campeonato. Temos brigado. Acho que vale muito mais exaltar o projeto e o ano do Flamengo – disse o volante, que prosseguiu.

– Ontem, eu era o pior jogador do mundo, não sabia dar um passe. Então, pés no chão. Acho que o empenho do time, aquilo que o Zé Ricardo tem feito, merece ser destacado. Jogamos sem o Diego, que é o nosso camisa 10, nosso craque, que estava jogando muito. Temos conseguido superar essas ausências. Vale exaltar o trabalho do grupo, da comissão técnica. Estamos na final do estadual, na melhor campanha. O trabalho tem sido árduo e bem feito – finalizou Márcio Araújo, na zona mista do Maracanã.

Natural de São Luís, no Maranhão, o volante rubro-negro garante: o estilo humilde é um dos motivos pelos quais ele está no Flamengo desde 2014.

– Sempre fui pés no chão. Desde quando saí de São Luís. Acho que por isso estou aqui até hoje, por saber viver cada momento, não me iludir com o que acontece externamente. Agradeço muito a Deus por tudo o que tem feito na minha vida. Sei tudo o que vivi, as pessoas que me ajudaram. Só pelas minhas forças não teria conquistado o que conquistei.

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