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Messi faz dois gols, Barcelona massacra a Roma e bate recorde do Real Madrid

O camisa 10 marcou duas vezes, Suárez outras duas; Piqué e Adriano - em rebote de pênalti errado por Neymar - completaram o massacre

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25/11/2015 às 07h50

Messi Neymar Comemoram Gol Barcelona Roma Champions (Foto: EFE/Toni Albir)

O Barcelona deu outra aula de futebol, nesta terça-feira. Três dias depois de golear o Real Madrid em pleno Santiago Bernabéu, o time catalão passou por cima da Roma, no Camp Nou, pela quinta rodada da fase de grupos da Champions League: 6 a 1 e mais um show, agora com Messi em campo desde o início.

O camisa 10 marcou duas vezes, Suárez outras duas; Piqué e Adriano – em rebote de pênalti errado por Neymar – completaram o massacre. Dzeko marcou para os romanos. O resultado coloca o Barcelona nas oitavas de final como primeiro colocado do Grupo E.

E, para completar o dia perfeito, o time catalão agora é o que tem mais gols na história das competições europeias, com 1030 – o recorde anterior era justamente do Real Madrid, que tinha 1026.

O retorno do argentino ao time titular foi a grande atração da partida. E, com a ausência de Iniesta – que deu lugar a Sergi Roberto – o camisa 10 foi o capitão da equipe. Capitão e principal referência desde o início.

A bola não saía do campo de ataque do Barcelona, e todos buscavam Messi. Rakitic, Daniel Alves, Suárez, Neymar… Sempre que dominavam a bola, levantavam a cabeça à procura do craque.

Foram de Messi as três primeiras finalizações do Barcelona; entre elas um gol anulado por impedimento de Neymar, que havia feito o passe final.

Só que o gol que abriu o placar saiu de uma das poucas jogadas de ataque em que o argentino não participou. Aos 15 minutos, Neymar encontrou Daniel Alves avançando entre a linha de defensores da Roma – mal posicionada – e o lateral cruzou para Suárez apenas encostar.

Ainda assustada, a Roma parecia não saber o que fazer. A ordem de atacar antes do jogo não era seguida, e a defesa tampouco fazia muito, jogando adiantada e sem tempo de bola; a equipe italiana entrou na roda de passes do Barcelona.

E, aos 18 minutos, uma sequência de 24 toques, com a participação dos 11 jogadores do time catalão, terminou em um passe de Suárez para Messi. O argentino, com um toque sutil dos mais característicos, tirou do goleiro Szczesny para fazer 2 a 0.

Era o jogo de um time só. Aos 24 minutos, o Barcelona havia trocado 166 passes, contra 34 da Roma.

O técnico Rudi Garcia, que na véspera havia dito que não iria apenas se defender, gesticulava para seus jogadores, que não sabiam o que fazer. Em meio ao caos defensivo dos romanos, o terceiro gol era questão de tempo – e, aos 44 minutos, depois que a defesa afastou um cruzamento de Neymar, Suárez pegou de primeira, de voleio. Um golaço para fechar um primeiro tempo praticamente perfeito.

O show continuou no segundo tempo. Diante de uma Roma perdida em campo, Luis Enrique aproveitou para dar chances a jogadores que têm sido menos utilizados: no intervalo, Sergi Samper entrou no lugar de Sergio Busquets, e, quando Marc Bartra se preparava para substituir Gerard Piqué, o zagueiro foi ao ataque e marcou o quarto gol, após cruzamento de Messi.

Depois de igualar o placar do Clássico, o Barcelona não parou. Aos 15 minutos, Neymar infernizou a defesa da Roma pela esquerda e tocou para Suárez. O chute, forte, parou em Szczesny, mas Messi pegou o rebote para fazer 5 a 0.

Faltava o gol de Neymar. E ele poderia ter saído aos 31 minutos, quando o brasileiro sofreu pênalti. Ele mesmo bateu, mas o goleiro Szczesny defendeu. Só que, no rebote, Adriano – que havia entrado no meio-campo no lugar de Sergi Roberto – aproveitou o rebote e fez o sexto.

A Roma, arrasada, ainda teve a oportunidade de marcar um gol de honra aos 37 minutos, quando Vermaelen derrubou Dzeko na área. O bósnio foi o encarregado da cobrança, e Ter Stegen defendeu. 

Só que Dzeko não desistiu. Aos 45 minutos, ele subiu mais que Vermaelen – que se machucou minutos antes – para fazer de cabeça o gol de honra dos italianos. 

MSN

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