header top bar

section content

“Foi a mais medíocre participação da história”, diz Galvão sobre a Seleção

Narrador critica a atuação do Brasil na Copa América, após a eliminação para o Paraguai: "Era um time abatido, tinha a mesma expressão dos 7 a 1. É muito triste"

Por

30/06/2015 às 07h25

Galvão Bueno criticou duramente a seleção brasileira (Foto: David Abramvezt)

A seleção brasileira de futebol foi eliminada no último sábado da Copa América, perdendo nos pênaltis para o Paraguai, em campanha idêntica à de quatro anos atrás, na Argentina. Apesar da semelhança dos números, Galvão Bueno, já de volta ao Brasil na apresentação do "Bem, Amigos!", acredita que a participação do time comandado por Dunga foi a pior da história:

– Foi a pior, a mais medíocre participação do futebol brasileiro em toda a história da Copa América. Eu acompanho a seleção desde 1983, são 32 anos de Copa América, e jamais vi uma participação tão medíocre. Isso fere a história de pessoas como Ronaldo e Roberto Carlos – disse Galvão Bueno.
O narrador voltou ao Brasil após a cobertura da Copa América nesta segunda-feira, e foi direto ao estúdio do programa, em São Paulo. Minutos após acompanhar a classificação do Chile para a decisão da competição, os donos da casa passaram pelo Peru na semifinal, ele criticou a campanha brasileira. Além das vitórias sofridas, o narrador lembrou que a Seleção não enfrentou nenhum dos grandes favoritos ao título:

– Jogamos quatro jogos, duas vitórias, uma derrota e um empate seguido de derrota. Não jogamos com Uruguai, não jogamos com Argentina, não jogamos com o Chile, que era o dono da casa. A vitória em cima do Peru foi de virada, com um gol  aos 47 minutos. Contra a Venezuela, vitória no sufoco, com o time acuado, sufocado dentro da área. Na derrota para a Colômbia, os jogadores olhavam para baixo. Não tinha ninguém para brigar, gritar, era um time caído, abatido, a mesma expressão dos 7 a 1, ou do 10 a 1, do 7 a 1 e 3 a 0. É muito triste – disse.  

Para o narrador, uma das soluções é trazer de volta alguns jogadores mais experientes, como Kaká, que esteve nas Copas do Mundo de 2002, 2006 e 2010, e Lucas, atualmente no Paris Saint Germain, na França:

– Depois do trauma da Copa do Mundo, a gente tinha que fazer uma boa participação. E agora, nas eliminatórias? Nós não vamos ter o Neymar nos primeiros jogos, como vai jogar na casa do adversário desse jeito? É um momento de ter experiência e não radicalizar na renovação. Se podermos ter jogadores que estão jogando na China, no Mundial Árabe, por que o Kaká, que está nos Estados Unidos, não pode jogar? Cadê o Hernanes? Cadê o Lucas, que joga no PSG? Eu não consigo entender – critico

Sportv

CACHOEIRA DOS ÍNDIOS

VÍDEO: Ex-prefeito rompe o silêncio, fala de derrota e lamenta promessa não cumprida de atual gestor

ENTREVISTA

VÍDEO: Do vício em jogo à fama, ‘Rei das Tapiocas’ de Cajazeiras conta trajetória no programa Xeque-Mate

MARIA CALADO NA TV

Programa Maria calado na TV recebe os Quentes da Pegada da cidade de São João do Rio do Peixe

EM CONTINÊNCIA AO SENHOR JESUS

Programa Em Continência ao Senhor Jesus com a participação do Sargento Souza e Marcos Alan