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Com Neymar espectador, Brasil vence Venezuela e avança na Copa América

A passagem em primeiro lugar do grupo C começou a ser garantida a partir de escanteio cobrado por Robinho e finalização de primeira de Thiago Silva, na marca do pênalti, aos oito minutos

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22/06/2015 às 09h20

Jogadores comemoram após o Brasil abrir o placar diante da Venezuela (Foto: Getty Images)

Não teve Neymar. Não teve drama. Não teve jogo de compadre. Em sua primeira 'decisão' pós-7 a 1, a seleção brasileira conseguiu se virar sem a sua principal estrela, encaminhou a vitória de 2 a 1 sobre a Venezuela logo no início, neste domingo, e assegurou a classificação para as quartas de final da Copa América, contra o Paraguai, no próximo sábado, às 18h30 (de Brasília), em Concepción.

O time comandado por Dunga segue em Santiago até a viagem na quinta-feira à noite para a partida.

A passagem em primeiro lugar do grupo C começou a ser garantida a partir de escanteio cobrado por Robinho e finalização de primeira de Thiago Silva, na marca do pênalti, aos oito minutos.

Um golaço.

Na comemoração, o zagueiro do Paris Saint-Germain apontou para um espaço reservado nas arquibancadas, em que se encontrava Neymar, suspenso por quatro jogos após confusão contra a Colômbia e cujo recurso para reduzir a pena deverá ser definido na próxima terça-feira.

No retorno do intervalo, aos seis minutos, Roberto Firmino completou lindo de passe de Willian e fechou a conta. Foi o quarto gol do jogador do Hoffenheim com a camisa canarinha. Miku descontou para os adversários aos 38, pegando rebote de Jefferson.

Na ausência do craque do Barcelona, a braçadeira de capitão ficou com o zagueiro Miranda.

Essa não foi a única mudança de Dunga para o confronto: o comandante tetracampeão mundial barrou Fred, que ñao vinha agradando, para a entrada do veterano Robinho e se decidiu por Philippe Coutinho para o lugar de Neymar. Funcionou em parte.

Um dos homens de confiança da comissão técnica, o destaque do Santos foi a principal alternativa para saída ao ataque e chamava o jogo a todo o momento. As suas arrancadas representaram um suspiro de talento dentro de um time que não teve na criatividade mais uma vez o seu ponto forte.

Faltou Willian. Faltou Coutinho. Faltou Firmino.

Foram apenas três finalizações com perigo no primeiro tempo, com Filipe Luis, Robinho e Willian. A Venezuela assustou apenas uma vez em cruzamento fechado do lateral-esquerdo Cichero.

O jogo seguiu em marcha lenta na volta do vestiário.

Com o segundo gol com Firmino, o Brasil teve até mais espaço para atacar, porém, esbarrou na lentidão na troca de passes e viu os venezuelanos pressionarem e quase arrancarem o empate nos últimos minutos.

Ainda deu tempo de testar David Luiz como volante, Marquinhos na lateral-direita e Daniel Alves mais avançado.

O público total no Monumental foi de 33.284 mil pessoas.

O resultado manteve a seleção na liderança, com seis pontos, mandou a Venezuela mais cedo para casa e ainda classificou no grupo C o Peru, em segundo lugar, para pegar a Bolívia e a Colômbia, em terceiro, para enfrentar a Argentina na próxima fase da Copa América.

MSN

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