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Duelo da Seleção brasileira tem reencontro de capitães de 98

Deschamps e Dunga deixam a partida amistosa entre Brasil e França, nesta quinta-feira, ainda mais no clima da final da Copa de 1998

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26/03/2015 às 09h04

Dunga e Deschamps se reencontram no Stade de France Foto: Rafael Ribeiro/CB

Se muitos tratam a partida amistosa entre França e Brasil, nesta quinta-feira, às 17 horas, como uma revanche da final da Copa de 1998, principalmente por o palco da partida ser a mesma, o Stade de France, em Paris, os dois técnicos das seleções, mesmo que não falem nada, só reforçam a ideia. Dunga e Didier Deschamps eram os dois capitães naquele 12 de julho, quando o francês ergueu a taça de campeão do mundo pela primeira vez.

Dunga chegou a Copa de 98 como atual campeão do mundo. Nos EUA, em 1994, ele levantou a taça com o Brasil e conseguiu reverter a imagem da “Era Dunga”, iniciada no fracasso do mundial de 1990, para algo positivo. Na França, ele tentaria ser o primeiro jogador da história a levantar o troféu de campeão do mundo pela segunda vez. Não conseguiu.

Deschamps era o dono do meio de campo da Juventus e um marcador árduo, assim como Dunga, que também era volante. A sua missão em 98 era mais difícil, conduzir uma equipe muito talentosa em busca de seu primeiro título mundial, com a pressão de jogar em casa e não ter disputado a copa anterior. Acabou entrando para história.

Como treinadores, Deschamps, mesmo um pouco mais novo que Dunga, já acumula mais sucesso que o brasileiro. Logo após encerrar sua carreira, em 2001, assumiu o comando do Monaco, e levou o time do principado ao vice-campeonato da Liga dos Campeões em 2004. Em 2007 reconduziu a Juventus, onde foi ídolo, à elite do futebol italiano. Em 2009, virou técnico do Olympique de Marselha e conquistou duas Copas da Liga, uma Supercopa e um Campeonato Francês, encerrando um jejum de 18 anos sem títulos da equipe. Assumiu a seleção em 2012, no lugar de Blanc, que foi seu companheiro em 1998.

Dunga já iniciou sua carreira de técnico à frente da seleção, em 2006, onde ficou até o final da Copa de 2010. Foi campeão da Copa América, em 2007, e da Copa das Confederações, em 2009. Em 2013 assumiu o comando do Internacional, onde também foi ídolo como jogador, e venceu o Gauchão daquele ano. Em 2014 voltou para a seleção.

Os dois treinadores se encontraram para um rápido bate-papo nesta quarta-feira, no palco do duelo, após o treino da seleção brasileira e antes do da França. Dunga mostrou muito respeito ao francês.

“O Deschamps era um jogador determinado, vencedor, e por isso ajudou, e muito, a França a ganhar o título naquele dia. E conseguiu ser um técnico com o mesmo estilo de montar um time que busca a vitória. Merece todo o meu respeito”, disse ele ao site da CBF.

Agora, os dois têm a mesma missão em suas seleções: colocar o país de volta à trilha das vitórias. Enquanto o Brasil tenta se recompor da derrota em uma Copa do Mundo dentro de casa, a França, jogando apenas amistosos, ainda não encantou seu torcedor, que esperava com ansiedade pela Eurocopa 2016, que o país vai sediar.

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