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Fluminense e Botafogo empatam e ficam distantes de seus objetivos

Com dois gols nos primeiros 14 minutos, equipes ficam no 1 a 1 na volta do clássico ao Maracanã depois de três anos

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03/10/2013 às 07h25

Não deu nem para o embalado Fluminense, nem para a tentativa de reconstrução do Botafogo. Os sete jogos sem derrota agora viraram oito, o que deixa o time tricolor ainda na luta pelo G-4, mas poderia ser melhor. A sequência de três derrotas cessou, o que não quer dizer muita coisa para os alvinegros, pois o 1 a 1 na noite desta quarta-feira, no Maracanã, não ajuda na luta pelo título do Campeonato Brasileiro.

Agora com 43 pontos, o Botafogo continua em terceiro lugar, mas agora a dois pontos do vice-líder Grêmio e a 13 do Cruzeiro. O Fluminense continua embolado no meio da tabela e soma 34 – são sete de distância para o time que abre o G-4, o Atlético-PR, derrotado nesta quarta pelo Grêmio.

Fazia três anos que as equipes não se enfrentavam no Maracanã, desde o 3 a 2 alvinegro pela semifinal da Taça Rio de 2010. O início da partida até deu a impressão de outro placar movimentado. Com 14 minutos, Biro Biro, para o Flu, e Bolívar, para o Bota, já haviam marcado. Mas foi só isso. Algumas chances foram criadas, e o resultado ficou inalterado.

– Fomos bem superiores. Tomamos um gol sem querer, o Bolívar nem soube que fez o gol. Claro, não foi o ideal, mas fizemos um grande jogo, e é o que fica – afirmou Rafael Sobis, que comentou as suspensões de  Edinho, Felipe e Gum contra o Inter, próximo adversário. – Em todo o campeonato tivemos problemas, talvez será o maior de todos. Mas é dar sequência, independentemente de quem for jogar.

O holandês Seedorf tentou reanimar o time na saída do gramado.

– O jogo começou muito mal, mas tivemos uma boa reação. No primeiro tempo comandamos o jogo, e no segundo foi mais equilibrado. É um classico, e mostramos que não estamos mortos. Vamos para frente nessa reta final. Não estamos olhando o Cruzeiro, estamos tentando somar o maior número de pontos possíveis. Temos que ser superiores a resultados. Tentamos ganhar, não deu, e vamos agradecer aos nossos torcedores. Mostramos que não estamos mortos. 

O Botafogo terá no próximo sábado um confronto importante contra o vice-líder, o Grêmio. Os times se enfrentam às 18h30m (horário de Brasília), no Maracanã. O Fluminense viaja até o Rio Grande do Sul para pegar o Inter, no estádio Centenário, em Caxias do Sul, no domingo, às 16h.

Tabela e um pouco de sorte

Um Fluminense contrastante deu as caras logo no início do jogo. Se na defesa Leandro Euzébio e Gum se atrapalharam sob pressão do ataque alvinegro, no ataque Biro Biro, Wagner e Jean trocaram passes em velocidade. Em um dos lances, o atacante recebeu do volante depois de uma bonita tabela e empurrou para o fundo do gol, aos dois minutos de jogo.

Parecia jogada ensaiada: Cavalieri lançava para frente, Wagner desviava, e Biro Biro partia para a jogada individual – na maioria das vezes bem-sucedida – contra Edilson. Mas a defesa hesitante deu sinais de que uma hora a sorte falharia. Falhou no cruzamento de Seedorf em cobrança de falta. Rafael Marques, sozinho, cabeceou para o meio, e Bolivar, também livre, viu a bola tocar em sua perna sem querer antes de morrer no canto: 1 a 1. 

Azar do Fluminense, que ainda viu Carlinhos sair lesionado, e Gum, Edinho e Felipe receberem o terceiro cartão amarelo. Viu também Biro Biro perder uma chance cara a cara, mas também Leandro Euzébio salvar um lance na pequena área, em jogada pelo sempre perigoso lado esquerdo do ataque. Os alvinegros exploraram o fato de o jovem Rafinha, volante de origem, estar improvisado na lateral direita por conta das ausências de Bruno e Igor Julião.

Mudanças no time, nenhuma no placar

Na volta do intervalo, mais cartões. Oswaldo de Oliveira terá que achar substitutos para Bolívar, Edilson e Gabriel, mais três na lista dos suspensos por causa do amarelo. Pior ainda ficou para Vanderlei Luxemburgo, que precisou gastar suas alterações até os 22 minutos. Primeiro por opção tática, já que Felipe rendia pouco. Rhayner entrou para dar mais velocidade. Mas o outro meia sentiu dores. Wagner pediu para sair, e Diguinho o substituiu. Até então Oswaldo sequer havia mexido.

Mas, quando mexeu, mudou a cara do time ao trocar o atacante Henrique pelo lateral Gilberto. Rafael Marques ficou mais centralizado e marcou depois de cruzamento de Julio Cesar, mas o lateral estava em posição de impedimento, bem assinalado pelo assistente. O Fluminense, porém, passou a mandar mais no jogo, pressionou, Rafael Sobis chutava sempre que podia, mas parou na defesa adversária. 

GE

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